CANAL DA AÇÃO CULTURAL

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segunda-feira, 29 de agosto de 2011

O que é educomunicação



Quem acessa o blog da Ação Cultural, vai gostar de

http://cadernodia.wordpress.com/2011/08/29/o-que-e-educomunicacao/

Jornada discute ecologia e espiritualidade

Release                                                                           Ação Cultural

Uma programação voltada para discutir a ecologia, a religião como estímulo de transformação social e ainda, finalizando, com atividades culturais que incluem cantoria e danças circulares.  Essa é a principal proposta da “Jornada Ecologia e Espiritualidade” organizada pela ONG Ação Cultural e a Paróquia Pio Décimo que  acontecerá nos próximos dias 23 a 25 de setembro na Igreja São Pio X, localizada no Bairro 18 do Forte.
Segundo um dos coordenadores do evento Zezito Oliveira um dos  objetivos do evento é  fazer com que mais pessoas conheçam e se envolvam de uma forma diferente com as grandes causas do presente e do futuro e coma a questão ambiental.  O Brasil é um país cheio de mazelas: uma das maiores concentrações de renda do mundo, situações de violência.  Mas existe muita gente trabalhando com solidariedade e criatividade  para mudar essa realidade”.  A  Jornada também foi planejada por agentes agentes ligados as comunidades eclesiais de base (CEBS) e ao centro ecumênico de estudos bíblicos (CEBI).

DESTAQUE
Na programação (que pode ser conferida logo abaixo) um dos destaque é o músico e ativista Roberto Malvezzi, também conhecido como Gogó.  Malvezi é agente da comissão pastoral da terra (CPT), residente no sertão baiano, compositor e músico desde os anos 70.  Em seu histórico sintetiza uma atuação de organização social através da música.  Nas suas composições , Gogó absorve ritmos da música popular brasileira além de atuar como pesquisador, palestrante e escritor de artigos críticos sobre as questões do meio ambiente. Seu mais recente trabalho musical é o CD “Belo Sertão”, em parceria com Targino Gondim e Nilton Freitas.

PROGRAMAÇÃO

Local:  Anexo da Igreja São Pio X – Av. Visconde de Maracaju – bairro 18 do Forte.
Dia 23 – Palestra (19h30) – Convivência com o Semi-Árido e Transposição do Rio São Francisco.
Dias 24 e 25 – Estudo Bíblico – (9 ás 17hs  - dia 24) – (8h30 ás 12h – dia 25)
Dia 24 – Noite Cultural (forró, cantoria e danças circulares) -  Das 20 ás 24hs.
A jornada está organizada em três blocos. Palestra, Estudo Biblico e Noite Cultural.
A participação em todos os momentos não é obrigatória. No caso do estudo biblico, sugerimos que a participação seja durante o sábado e o domingo,
No sábado será servido almoço no local (opcional). Quem desejar deve acrescentar mais R$5.00 ao valor da taxa e realizar reserva antecipada. O  pagamento pode ser realizado  na secretaria da igreja São Pio Décimo ou depositado  - valor de R$10.00 (taxa de inscrição e + almoço) na conta:
Quem for pagar apenas a taxa de inscrição dever fazer preferencialmente com antecipação na secretaria da igreja ou na sexta (23) ou sábado (24).

Taxa de inscrição R$5.00 
Contatos:
[Irene Smith]9836-1945 ou 3044-8186
{Pe. Soares} - 3236-5833
{Zezito de Oliveira} - 9993-4483
Para saber mais, clique
aqui


Colaboração: jornalista Thiago Paulino

Artigo - Corrupção: Endemia política por Frei Betto

Escritor e assessor de movimentos sociais


A política brasileira sempre se alimentou do dinheiro da corrupção. Não
todos os políticos. Muitos são íntegros, têm vergonha na cara e lisura
no bolso. Porém, as campanhas são caras, o candidato não dispõe de
recursos ou evita reduzir sua poupança, e os interesses privados no
investimento público são vorazes.

Arma-se, assim, a maracutaia. O candidato promete, por baixo dos panos,
facilitar negócios privados junto à administração pública. Como por
encanto, aparecem os recursos de campanha.

Eleito, aprova concorrências sem licitações, nomeia indicados pelo lobby
da iniciativa privada, dá sinal verde a projetos superfaturados e
embolsa o seu quinhão, ou melhor, o milhão.

Para uma empresa que se propõe a fazer uma obra no valor de R$ 30
milhões – e na qual, de fato, não gastará mais de 20, sobretudo em
tempos de terceirização – é excelente negócio embolsar 10 e ainda
repassar 3 ou 4 ao político que facilitou a negociata.

Conhecemos todos a qualidade dos serviços públicos. Basta recorrer ao
SUS ou confiar os filhos à escola pública. (Todo político deveria ser
obrigado, por lei, a tratar-se pelo SUS e matricular, como propõe o
senador Cristovam Buarque, os filhos em escolas públicas). Vejam ruas e
estradas: o asfalto cede com chuva um pouco mais intensa, os buracos
exibem enormes bocas, os reparos são frequentes. Obras intermináveis...

Isso me lembra o conselho de um preso comum, durante o regime militar, a
meu confrade Fernando de Brito, preso político: "Padre, ao sair da
cadeia trate de ficar rico. Comece a construir uma igreja. Promova
quermesses, bingos, sorteios. Arrecade muito dinheiro dos fiéis. Mas não
seja bobo de terminar a obra. Não termine nunca. Assim o senhor poderá
comprar fazendas e viver numa boa.

Com o perdão da rima, a ideia que se tem é que o dinheiro público não é
de ninguém. É de quem meter a mão primeiro. E como são raros os
governantes que, como a presidente Dilma, vão atrás dos ladrões, a turma
do Ali Babá se farta.

Meu pai contava a história de um político mineiro que enriqueceu à base
de propinas. Como tinha apenas dois filhos, confiou boa parcela de seus
recursos (ou melhor, nossos) à conta de um genro, meio pobretão. Um dia,
o beneficiário decidiu se separar da mulher. O ex-sogro foi atrás: "Cadê
meu dinheiro?  O ex-genro fez aquela cara de indignado: "Que dinheiro?
Prova que há dinheiro seu comigo.  Ladrão que rouba ladrão... Hoje, o
ex-genro mora com a nova mulher num condomínio de alto luxo.

Sou cético quanto à ética dos políticos ou de qualquer outro grupo
social, incluídos frades e padres. Acredito, sim, na ética da política,
e não na política. Ou seja, criar instituições e mecanismos que coíbam
quem se sente tentado a corromper ou ser corrompido;  A carne é fraca,
diz o Evangelho. Mas as instituições devem ser suficientemente fortes,
as investigações rigorosas e as punições severas. A impunidade faz o
bandido. E, no caso de políticos, ela se soma à imunidade. Haja
ladroeira!

Daí a urgência da reforma política   tema que anda esquecido   e de
profunda reforma do nosso sistema judiciário. Adianta a Polícia Federal
prender, se, no dia seguinte, todos voltam à rua ansiosos por destruir
provas? E ainda se gasta saliva quanto ao uso de algemas, olvidando os
milhões surrupiados... e jamais devolvidos aos cofres públicos.

Ainda que o suspeito fique em liberdade, por que a Justiça não lhe
congela os bens e o impede de movimentar contas bancárias? A parte mais
sensível do corpo humano é o bolso. Os corruptos sabem muito bem o
quanto ele pode ser agraciado ou prejudicado.

As escolas deveriam levar casos de corrupção às salas de aula. Incutir
nos alunos a suprema vergonha de fazer uso privado dos bens coletivos.
Já que o conceito de pecado deixou de pautar a moral social, urge
cultivar a ética como normatizadora do comportamento. Desenvolver em
crianças e jovens a autoestima de ser honesto e de preservar o
patrimônio público.

Fonte: Agência Adital

Frei Betto é escritor, autor do romance "Minas do Ouro", que a editora
Rocco faz chegar às livrarias esta semana. http://www.freibetto.org -
twitter:@freibetto.
 Assine todos os artigos do escritor e os receberá diretamente
em seu e-mail. Contato   MHPAL   Agência Literária
(mhpal@terra.com.br


Leia também:

http://acaoculturalse.blogspot.com/2011/08/ha-financiamento-privado-de-campanha.html

+ Frei Betto
Fonte: site de Frei Betto

Conversa sobre a ciência e a fé




Assim que o homem começou a reflexão sobre a sua existência, uma questão milenar e sem resposta definitiva surgiu - quem tem a resposta sobre o início da vida e o seu sentido, a fé ou a ciência? Dois pensadores brasileiros se debruçam sobre essa pergunta e suas questões decorrentes num diálogo que procura provar ao leitor que a razão está em manter a razão.


Em entrevista concedida ao Cultura News, Frei Betto fala sobre seu livro, como podemos aplicar o conteúdo da obra em nosso cotidiano, a delicada relação entre ciência e fé e muito mais. Leia a conversa completa abaixo:

Fale sobre o livro Conversa sobre a ciência e a fé
.
Foi uma honra elaborar este livro em parceria com Marcelo Gleiser e Waldemar Falcão. Gleiser é um renomado físico teórico, professor em universidade dos EUA, autor de obras importantes. Falcão, amigo de longa data, é um espiritualista dedicado ao diálogo interreligioso, também autor de livros que retratam experiências espirituais hetedoroxas aos olhos da tradição cristã. Ficamos os três trancados três dias num hotel do Rio e creio que de nosso diálogo resultou um texto interessante para todos aqueles que se perguntam sobre a relação da fé com os dados da ciência, em que medida esses dois campos do saber e da experiência humanos coincidem, discordam, antagonizam-se e/ou se complementam. Em A obra do artista: uma visão holística do universo eu já havia dado meus primeiros passos na direção do diálogo entre espiritualidade e astrofísica e física quântica.


Quais os assuntos abordados no livro?
Abordamos desde o Big Bang, visto à luz da fé e das pesquisas científicas, até os fundamentalismos religiosos e ateístas, que andam em moda. Falamos de mística, experiências esotéricas, pesquisas sobre cosmologia etc. Cada um de nós descreveu sua trajetória de vida, formação, influências importantes. Estou convencido de que o livro revela que o diálogo entre a fé e a ciência é possível quando há tolerância e compreensão de que são duas áreas distintas, porém não excludentes.




Como surgiu a parceria com Marcelo Gleiser e Waldemar Falcão e a ideia para escrever o livro?
Surgiu de proposta da editora. O primeiro livro desta coleção foi Conversa sobre o tempo, um diálogo entre Luiz Fernando Veríssimo e Zuenir Ventura, mediado por Arthur Dapieve.

Quais as grandes diferenças e semelhanças entre a ciência e a fé?
As pessoas que têm fé dependem de avanços científicos e tecnológicos. E muitas, que conciliam os dois campos em suas consciências, sabem que não são saberes incompatíveis, pois não buscam dados científicos nos textos religiosos nem revelações teológicas nas constatações da ciência. A fé é uma luz que permite aos nossos olhos entender a dimensão transcendente de tudo isso que a ciência apura. Esta avança a partir de dados empíricos, experimentais, comprovados, enquanto a fé é um dom da inteligência, uma adesão a verdades reveladas. A fé não nos diz como o Universo surgiu, diz apenas que por trás do Big Bang há um Deus criador. A ciência conhece o fenômeno da morte mas não se atreve a afirmar o que há após o fim da vida.

Como podemos aplicar no cotidiano o conteúdo da obra Conversa sobre a ciência e a fé?
Creio que um dos méritos do livro é ajudar aqueles que têm dificuldade de conciliar fé e ciência, dados na Bíblia e comprovações científicas que não coincidem com ideias supostamente científicas propaladas pela tradição religiosa, como é o caso do conceito criacionista, que nega os avanços científicos de Darwin. É uma obra que quebra tabus, desmistifica preconceitos, mostra que há mais afinidades que diversidades entre fé e ciência.
Copyright © 2011 Frei Betto. Todos os direitos reservados.

sábado, 27 de agosto de 2011

FICHA DE INSCRIÇÃO PARA A JORNADA ECOLOGIA E ESPIRITUALIDADE


FICHA DE INSCRIÇÃO PARA A JORNADA ECOLOGIA E ESPIRITUALIDADE

Nome:.......................................................................................................

E-mail:..................................................................................Fone/Celular...........................

Paróquia:............................................................................Religião......................................

Ong ou instituição:................................................................................................................

Taxa: R$5.00 - Quem quiser/puder pode contribuir com um valor maior, a titulo de doação.
Quem quiser almoçar no local (sábado- 24/09) deve acrescentar mais R$5.00  
Nesse caso deve realizar depósito bancário antecipado no valor minimo de R$10.00
Copie,  cole, preenche e envie para
ongacaocultural@yahoo.com.br

sexta-feira, 26 de agosto de 2011

Ato público pela aprovação de projetos na área cultural foi realizado em Brasília


Mobilização Política





A Frente Parlamentar Mista da Cultura, dirigida pela deputada Jandira Feghali (PCdoB/RJ), realizou nesta quarta-feira, 17, às 11h, no Hall de Taquigrafia da Câmara dos Deputados, ato público de mobilização pela aprovação de projetos de lei relacionados ao setor cultural.

Participaram da iniciativa o secretário-executivo do Ministério da Cultura, Vitor Ortiz; o presidente da Câmara dos Deputados, Marco Maia; o presidente da Fundação Nacional de Artes, Antonio Grassi; o secretário de Articulação Institucional do MinC, João Roberto Peixe; vários representantes da classe artística, como os cantores e compositores Roberto Frejat, Fernanda Abreu e Sandra de Sá; além de representantes da classe estudantil.

Os integrantes da Frente Parlamentar Mista em Defesa da Cultura defendem quatro propostas: o Vale-Cultura (PL 5798/09), que concede R$ 50 por mês para trabalhadores com carteira assinada na compra de livros e CDs ou ingressos em espetáculos;  o Sistema Nacional de Cultura (PEC 416/06), que propõe a integração das políticas culturais da União com ações de estados e municípios; a PEC 324/01, que defende um investimento de, no mínimo, 2% dos governos municipais, estaduais e federal; e a que cria o Programa Nacional de Fomento e Incentivo à Cultura (Procultura) e altera as regras do Sistema de Incentivo à Cultura (Lei Rouanet).

Durante a manifestação, os participantes também pediram ao governo que evitasse cortes nos recursos da Cultura.

“Todos estes projetos que estão na pauta do Congresso precisam ser tratados, e por isso precisamos da colaboração de todos os deputados e senadores no acompanhamento desse processo. Essa pauta é produto de uma luta histórica de todos os artistas, produtores culturais, entidades do teatro, da música, do cinema, das artes visuais, que, ao longo da história, vem reivindicando que o Estado brasileiro tenha uma atuação efetiva no setor cultural, que considere a cultura como um dos pilares fundamentais do nosso desenvolvimento”, informou o secretário-executivo do MinC.

Conquista histórica

Vitor Ortiz disse que os resultados da luta que se iniciou há oito anos com o presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ministro Gilberto Gil já renderam frutos quando, no final do ano passado, foi aprovado, no Congresso Nacional, o Plano Nacional de Cultura (PNC). O plano é um instrumento institucional fundamental não somente para o governo federal, mas também para orientar as ações dos governos dos estados e dos municípios na área da cultura.

Ele também lembrou que a aprovação do PL 116, ocorrida esta semana, no Senado Federal, representa uma conquista histórica para o setor audiovisual brasileiro e para o cidadão. Isso significará maior acesso, preço mais baixo para a TV por assinatura e ainda a inclusão de conteúdo audiovisual brasileiro na programação que o cinema sempre lutou e nunca tinha conquistado.

Ortiz informou que o Procultura é uma das pautas mais importantes para o MinC. “Queremos respeitar a opinião de cada deputado que participar desse trabalho. O processo é aberto e pode receber emendas, sugestões e inovações, mas nós partimos de uma base que foi o projeto de lei elaborado pelo nosso governo Lula”, declarou.

Ele defendeu maior equidade entre os recursos que são investidos por intermédio da Lei Federal de Incentivo à Cultura e o recurso destinado ao Fundo Nacional de Cultura. É no Fundo que acontece o investimento direto e estratégico para o Estado brasileiro.

Pauta do plenário

O deputado Marco Maia (PT-RS), presidente da Câmara dos Deputados, falou sobre o compromisso de tratar com muita atenção e dedicação os temas relacionados à cultura. Ele reafirmou seu apoio à votação dos projetos da área e que estes poderão entrar na pauta do Plenário até o fim do ano.

Marco Maia recomendou aos deputados e artistas que busquem um acordo com os líderes partidários. “Não há um país desenvolvido também se não for capaz de valorizar e fortalecer os nossos laços culturais. A cultura é, sem dúvida nenhuma, uma prioridade absoluta que deve estar na pauta central do país se o Brasil quiser ser verdadeiramente democrático, livre e desenvolvido”, declarou o presidente da Casa.

O deputado participa todo ano da Festa Nacional da Música, em Canela (RS), e durante o ato público ele se comprometeu, junto aos artistas presentes, a estar na abertura da Festa,  e, “se tudo correr bem, vou anunciar a solução do debate acerca da PEC da Música. Nós precisamos dar um tratamento especial para a música brasileira a fim de que ela possa não apenas continuar existindo, mas para que possa ser fortalecida em nosso país porque ela é um instrumento de integração nacional”, disse Maia.

“É inaceitável que esta Casa, até o presente momento, não tenha consolidado o projeto do Vale Cultura”, disse a presidenta da Comissão de Educação e Cultura (CEC), Fátima Bezerra (PT-RN). Ela reforçou a necessidade de votar os projetos da cultura o mais rápido possível.

PEC da Música

“A cultura é um fator muito importante para que o cidadão brasileiro se reconheça”, disse o cantor e compositor Frejat. Ele pediu que todos os deputados tivessem maior envolvimento e dedicação para com alguns projetos que tramitam na Casa e citou a PEC 98, mais conhecida como PEC da Música – que traz uma igualdade de isenção para a música brasileira como ela é feita para o vídeo brasileiro, que é isento de impostos na sua produção – fosse levada à frente.

Na sequência, a cantora e compositora Fernanda Abreu falou sobre a preocupação do Brasil com o seu desenvolvimento e com a sua posição internacional. Disse que não consegue ver o país inserido no grupo dos grandes países e potências mundiais sem a força da sua cultura. “As pessoas só vão se sentir inteiramente evoluindo com a cultura e a educação”, acrescentou.

fonte: www.cultura.gov.br

CURSOS ON-LINE PARA EDUCADORES, AGENTES CULTURAIS, SOCIAIS E AMBIENTAIS


Coordenadora: Neusa Tetzner
E-mail: c.distancia@cesep.org.br
Tel: (55-11) 3105-1680
Fax: (55-11) 3241-1169
Vagas: 30
Atenção para os próximos cursos On-Line 2011:
Juventude           01 de março a 30 de maio
Ecologia              01 de maio a 30 de junho
Política e Comunidades Humanas             01 de agosto a 30 de outubro - AINDA HÁ TEMPO PARA INSCRIÇÃO
Arte e Educação Popular              01 de setembro a 30 de outubro
Vida e Bioética 01 de outubro a 30 de novembro
Água e Cidadania             01 de outubro a 30 de dezembro

Em 2005, o CESEP abriu nova modalidade de participação em cursos de educação popular. São os Cursos a Distância¸ via on-line, realizados em parceria com a Coordenação Central de Educação a Distância da PUC do Rio de Janeiro (CCEAD/PUC-RJ).
Atualmente estão disponíveis os seguintes cursos:
1. AGUA E CIDADANIA
2. ECOLOGIA: CUIDAR DA VIDA E DA INTEGRIDADE DA CRIAÇÃO
3. JUVENTUDE: OUTRO MUNDO POSSÍVEL
4. ARTE E EDUCAÇÃO POPULAR
5. POLÍTICA E COMUNIDADES HUMANAS
6. VIDA E BIOÉTICA

Os cursos On-Line têm como destinatários/as pessoas que atuam nas comunidades, pastorais, movimentos populares, área social, cultural, educacional e política, que desejam continuar sua capacitação, fortalecendo seu compromisso com a educação popular, o movimento ecumênico e a partilha organizada. Os cursos On-Line colocam à disposição dos seus participantes textos e materiais trabalhados nos últimos Cursos de Verão presenciais promovidos pelo CESEP.
Os cursos visam atender, sobretudo, pessoas que por razões específicas não podem se afastar da família e do local de trabalho por período prolongado ou que encontram dificuldades para custear despesas com deslocamento e estadia.
Inscrição
R$ 100,00 (ou 2 parcelas de R$50,00 - uma antes do início do curso e a segunda, depois de 30 dias)
Desconto: 20% para pagamento antecipado até 15 dias antes do início de cada curso = R$80,00
Valor a ser pago na inscrição. Após efetuar o pagamento, envie o comprovante de depósito bancário via correio, fax ou e-mail, a fim de receber a senha de acesso ao curso. O cursista receberá certificado da PUC e do CESEP, mediante a participação efetiva nas atividades programadas e com o curso inteiramente quitado.
Material Didático:
O cursista que estiver interessado em adquirir o material didático (Livro e DVD), pode entrar em contato com a coordenadora do curso.
Dados para depósito bancário
Banco Itaú S/A.
Nº do Banco: 341
Agência: 0251
C/c: 34307-5
Beneficiado: CESEP

Saiba mais:  
http://www.cesep.org.br/
POLÍTICA E COMUNIDADES HUMANAS
AINDA HÁ TEMPO PARA INSCRIÇÃO
               Objetivos
Em 2010 teremos eleições gerais para governadores, deputados estaduais e federais, senadores, e presidente da República. Neste sentido o CESEP quer contribuir para a reflexão na busca por caminhos transformadores. O Curso de Verão 2010 tem como tema: Política e Comunidades Humanas: Por uma prática popular transformadora. A partir deste tema queremos enfrentar a questão do poder e da política, na perspectiva dos setores populares e de suas lutas, no âmbito de nossas responsabilidades como cidadãos e como militantes sociais e políticos e no horizonte último de valores éticos, iluminados por nossa fé e sustentados por nossa espiritualidade e mística de cristãos e cristãs.

A nível eclesial o Conselho Nacional de Igrejas Cristãs – (CONIC) - convoca as Igrejas membro para refletir na Campanha da Fraternidade Ecumênica 2010 sob o tema “Economia e Vida”.
O Curso Online tem por objetivo estender essa reflexão durante o ano para aquelas pessoas que não podem participar de forma presencial, mas que na liderança de comunidades necessitam subsídios para as atividades.
Conteúdos
Primeira parte:
Secção socioeconômica, política e cultural Política: Mapeando a realidade e as propostas de transformação (Luiza Erundina de Sousa)
1.1. Políticas Públicas, Direitos sociais e papel do Estado
1.2. Reforma Política e Participação Popular
1.3. Ética e Política
2.1. Movimento de combate à corrupção eleitoral: uma experiência concreta de participação popular na Política. O direito eleitoral acessível a todos. (Cristiane Vasconcelos)
2.2. Centro Nacional de fé e Política “D. Helder Camara” ( José Ernanne Pinheiro e Antonio Geraldo de Aguiar)
2.3. Defensoria Social (Leonardo Aguiar Morelli)
Segunda parte:
Secção Bíblico-teológica
3. Política e militância á luz da Bíblia, da Teologia e da Educação Popular Bíblia e Política: uma leitura política da Bíblia para redescobrir o sagrado na vida (Luiz José Dietrich)
4. Política, Teologia e Educação Popular: A formação do militante na mística do serviço (Lucho Torres Bedoya)
Terceira parte:
Secção pastoral Política na experiência da mística e no horizonte da espiritualidade (Frei Betto) Campanha da Fraternidade Ecumênica 2010: Economia e Vida (Carlos Augusto Moller)
Destinatários
Este curso destina-se a pessoas comprometidas com trabalhos pastorais, comunitários e com movimentos populares e suas causas. Pessoas que buscam instrumentos para promover a Educação Sócio-Política numa perspectiva ecumênica.
Metodologia

Em cada unidade do curso haverá pelo menos um texto para ser lido e uma ou mais questões a serem respondidas através do ambiente AulaNet, conforme orientação da tutoria. Também haverá atividades práticas (de campo), de acordo com a viabilidade do tema, cujas observações e conclusões serão enviadas para o Fórum de Debates. Além da interação entre tutoria e cursistas e destes entre si, estão previstos debates virtuais em cada unidade do curso.
Período do Curso
01/ago a 30/out de 2011
Inscrição
R$ 100,00 (ou 2 parcelas de R$50,00 - uma antes do início do curso e a segunda, depois de 30 dias)
Desconto: 20% para pagamento antecipado até 15/agosto = R$80,00
Valor a ser pago na inscrição. Após efetuar o pagamento, envie o comprovante de depósito bancário via correio, fax ou e-mail, a fim de receber a senha de acesso ao curso. O cursista receberá certificado da PUC e do CESEP, mediante a participação efetiva nas atividades programadas e com o curso inteiramente quitado.
Dados para depósito bancário
Banco Itaú S/A.
Nº do Banco: 341
Agência: 0251
C/c: 34307-5
Beneficiado: CESEP

CURSO DE VERÃO 25 ANOS

CURSO DE VERÃO 25 ANOS
RELIGIÕES CONSTRUTORAS DA JUSTIÇA E DA PAZ
Programa

Apresentação

O CURSO DE VERÃO é um programa de FORMAÇÃO POPULAR no campo sócio-cultural a partir da realidade e seus desafios, à luz da Bíblia, Teologia, Pastoral e do compromisso cristão na sociedade. É um ESPAÇO ECUMÊNICO E INTER-RELIGIOSO de convivência, partilha, troca de experiências, celebração e compromisso. Acolhe participantes empenhados na busca da unidade entre cristãos e do respeito e compreensão entre homens e mulheres de toda a família humana, no esforço para se transformar as pessoas e a sociedade na linha da justiça, solidariedade e defesa do meio ambiente.
É um curso realizado em MUTIRÃO. Pessoas, famílias, comunidades, movimentos populares e instituições educativas e religiosas colocam-se gratuitamente a serviço de sua preparação ao longo do ano e de sua realização, na PUC de São Paulo. O curso é organizado para um grande número de participantes. Oferece, ao mesmo tempo, atenção muito pessoal a cada cursista que é acolhido em grupos menores, dentro da metodologia da EDUCAÇÃO POPULAR, que combina reflexão e criatividade, arte e celebração, vivência e compromisso.
Em 2012, o Curso de Verão estará celebrando 25 anos de ininterrupto serviço aos setores populares nas Igrejas e na sociedade. Volta-se para o crescente pluralismo cultural e religioso e o desafio de se converter conflitos e intolerâncias em diálogo e cooperação, em favor da justiça, da paz e da preservação da vida humana e de toda a criação ameaçada pela destruição da biodiversidade, esgotamento dos recursos naturais e aquecimento global. O Curso dará ênfase à contribuição das diferentes espiritualidades na luta por outro mundo possível.

Destinatários/as

Pessoas comprometidas - especialmente jovens - com trabalhos pastorais, comunitários e com os movimentos populares e suas causas.


Conteúdo / Assessores
Diversidade religiosa: riqueza e desafio para o diálogo e a cooperação.
Faustino Teixeira - Doutor em Ciências da Religião - Universidade Federal de Juiz de Fora-MG.

Deus de muitos nomes: criador e defensor do pobre e do estrangeiro, do órfão e da viúva.
Milton Schwantes - Doutor em Bíblia – Professor na pós-graduação de Ciências da Religião na UMESP.

Espiritualidades do respeito ao outro e à natureza, do cuidado e do diálogo na busca da justiça e da paz.
Ivone Gebara –Teóloga feminista, Doutora em Filosofia e Ciências da Religião.

CF 2012 – Fraternidade e Saúde Pública
“Que a saúde se difunda sobre a terra!” Eclo 38,8

Custos, Descontos e Bolsas*
Inscrição: R$ 170,00.
Desconto: Para quem pagar até 10-12-2011, há um desconto de R$20,00 = R$ 150,00.

Alimentação: Cerca de 15% do salário mínimo vigente em janeiro de 2011, referentes ao almoço no restaurante da PUC, nos oito dias de curso.

Hospedagem: Os participantes são acolhidos gratuitamente, para jantar, dormir e tomar o café da manhã, por famílias e comunidades envolvidas no mutirão.

*Bolsas: A comunidade ou movimento que confirmar presença de um grupo de 05 participantes, pagará apenas 04 inscrições.

Data
08 a 15 de janeiro de 2012
Dados para depósito bancário

Banco Itaú S/A.
Nº do Banco: 341
Agência: 0251
C/c: 34307-5
Beneficiado: CESEP

quarta-feira, 24 de agosto de 2011

biblioteca digital

Divulgue para o máximo de pessoas!

Uma bela biblioteca digital. Imaginem um lugar onde você pode gratuitamente:
·
Ver as grandes pinturas de Leonardo Da Vinci ;
· escutar músicas em MP3 de alta qualidade;
· Ler obras de Machado de Assis
Ou a Divina Comédia;
· ter acesso às melhores historinhas infantis e vídeos da TV ESCOLA
· e muito mais....

Esse lugar existe!
O Ministério da Educação disponibiliza tudo isso, basta acessar o site:
www.dominiopublico.gov.br Só de literatura portuguesa são 732 obras!  Divulgue e incentive amigos, parentes e conhecidos, a utilizarem essa fantástica ferramenta de disseminação da cultura e do gosto pela leitura.

JORNADA ECOLOGIA E ESPIRITUALIDADE EM SETEMBRO

CLIQUE NO CARTAZ PARA AMPLIAR A IMAGEM

O gospel socio-ecológico de Roberto Malvezzi

divulgação
capa do CD Belo Sertão-Nilton Freitas, Targino Gondim e Roberto Malvezzi "Gogó"

Zezito de Oliveira · Aracaju, SE
19/7/2011
Sem dúvida, o Brasil é um país cheio de mazelas: uma das maiores concentrações de renda do mundo, situações de violência que, em algumas regiões, equivale a de países em guerra, crimes contra o meio ambiente e seus defensores e outras tantas.

Mas, quem pode negar que o povo de nosso país tem uma capacidade enorme de se unir em situações de tragédia? Que tem um potencial inesgotável de criatividade e uma diversidade cultural considerada das mais ricas do planeta, dentre outras virtudes e oportunidades?

Imagine só, juntar solidariedade, criatividade e diversidade cultural para combater essas mazelas ! Sim, é possível, e está sendo feito por muita gente boa desse imenso e rico país, como diz uma bela canção interpretada por Milton Nascimento.

Todavia, esse tipo de atitude e seus protagonistas nem sempre chegam ao conhecimento de parcela significativa da população. Pelo pouco acesso a esse tipo de informação há dificuldades para motivar pessoas a se envolverem constante e ativamente com processos de transformação das estruturas que (re)produzem injustiça, violência e miséria, tanto material quanto espiritual.

Para fazer com que mais pessoas conheçam e se envolvam de uma forma diferente com as grandes causas do presente e do futuro, está sendo organizada, por um grupo de entidades religiosas e culturais, uma jornada de estudos composta de oração, leitura biblica, danças circulares e cantoria para tratar da questão ambiental.

LEIA MAIS:

http://www.overmundo.com.br/overblog/o-gospel-socio-ecologico-de-roberto-malvezzi


PROGRAMAÇÃO

Dia 23 – Palestra (19h30) – Convivência com o Semi-Árido e Transposição do Rio São Francisco.

Dias 24 e 25 – Estudo Biblico – (9 ás 17hs - dia 24) – (8h30 ás 12h – dia 25)

Dia 24 – Noite Cultural (forró, cantoria e danças circulares) - Das 20 ás 24hs.

Local: Anexo da Igreja São Pio X – Av. Visconde de Maracaju – bairro 18 do Forte.

REALIZAÇÃO - ONG AÇÃO CULTURAL E PARÓQUIA SÃO PIO DÉCIMO

APOIO: Centro Educacional Futuro Feliz, Gráfica Farias, Rádio Cultura e Fundação Aperipê.



Foto: Roberto Malvezzi "Gogó"

Há almoço grátis? Há financiamento privado de campanha política com base no interesse público?


O que acontece quando um grupo de amigos, acostumados a saírem juntos para almoçar, jantar ou bebericar, permitem que um deles sempre pague a conta ?
Certamente as preferências desse amigo terminam prevalecendo: o local, dia e horário do encontro, escolha dos pratos, os tipos de bebida, os temas das conversas, dentre outras.

Situação diferente ocorre quando todos pagam a conta. Neste caso, a decisão das questões acima é tomada com base em outros elementos, a exemplo da capacidade de argumentação, da confiança na experiência de quem faz uma proposta, da empatia do membro do grupo com os demais, dentre outros critérios.

Esse exemplo me veio à mente quando refletia sobre uma questão pouco discutida nos meios de comunicação, inclusive na WEB. È um tema dos mais urgentes e necessários e que, se não for enfrentado, pode nos levar à situação que provocou as recentes manifestações de milhares de jovens europeus.

Como deve ser do conhecimento de muitos brasileiros, considerável número de jovens do velho continente, notadamente os espanhóis que formaram o acampamento porta do sol, apontaram o fim do financiamento privado das campanhas políticas como uma das questões fundamentais para o efetivo controle democrático dos governos pela maioria que os elegeu.


Manifestantes da Praça do Sol - Foto Jornal El País

Esses jovens há muito perceberam que no sistema eleitoral financiado pela iniciativa privada, a população é apenas um detalhe, lembrando o velho bordão de um certo humorista brasileiro. Em outras palavras, a população vota, mas quem realmente dá as cartas, após os eleitos assumirem, são aqueles que financiaram suas campanhas políticas.

Isto provoca, entre outras situações absurdas, o consenso ideológico dos grandes partidos, tanto de esquerda quanto de direita, em torno de alguns temas que passam a ser de interesse comum, algo impensável nos primórdios da democracia moderna.

Exemplo dessa assertiva é a atual crise financeira global, cujas bases doutrinárias estão no famoso Consenso de Washington, gerando, entre outras ações no plano político e econômico, uma excessiva desregulamentação do sistema econômico, fonte de um sem número de maracutaias e esquemas fraudulentos arquitetados por empresários e financistas.

E para piorar a situação, o que fizeram os governantes americanos, europeus e mesmo, com menor intensidade, o governo brasileiro, após a crise de 2008 e 2009 ? Injetaram dinheiro público para cobrir os prejuízos causados à economia por aqueles que sempre foram contra uma maior utilização de recursos estatais no combate à fome e à miséria.

Com isso, o Estado, tratado como a Geni da magistral composição de Chico Buarque, o salvador da pátria para bancos e empresas, após assumir suas dividas, fica impossibilitado de investir nas áreas sociais por influência daqueles que utilizaram os cofres públicos para cobrir o rombo em suas contas privadas e, então, voltemos a jogar pedra na Geni-Estado, conforme os padrões ideológicos do consenso de Washington.

Concluindo, é impossível aprofundarmos a construção da democracia com o modelo de financiamento privado das campanhas políticas, que tende a aumentar a abstenção eleitoral e a agravar a crise social, decorrentes das restrições impostas cada vez mais ao investimento estatal em políticas públicas.

Como argumento contrário, aqueles que defendem a continuidade do atual modelo de financiamento privado afirmam que o financiamento público das campanhas políticas diminuirá os recursos destinados aos orçamentos da saúde, da educação, da segurança e de outros serviços prestados pelo Estado.

Considerando que a tese defendida neste artigo não é de fácil entendimento para expressiva parcela da população que não dispõe de acesso à informação qualificada, sugerimos aos que concordam com esse ponto de vista, e que disponham de recursos adequados, que produzam textos simples, cartilhas, vídeos, cartazes e outros meios de informação, explicando como atuam os lobbies de financiamento de campanha e de que maneira eles dificultam ou impedem a ampliação dos investimentos públicos na área social, bem como a aprovação de leis de proteção ou de ampliação de direitos.

Faz-se necessário mostrar também que a corrupção é inerente ao financiamento privado das campanhas políticas e que a cadeia da corrupção tem início no período eleitoral, quando o eleitor solicita uma “ajudazinha” daquele cidadão que pretende se candidatar ou que já investido em cargo público.

Essas “ajudazinhas” podem ser a compra de bancos ou de som para a igreja, a concessão de emissores de rádios e televisão, o pagamento do ônibus para o passeio da associação de moradores ou do grupo de jovens, do fardamento novo para o time de futebol, dentre outras de maior ou menor custo.

Consideremos o caso do ônibus “grátis”, oferecido pelo cidadão que pretende se candidatar ou que já é detentor de mandato eletivo. O que acontecerá com o preço da passagem e com a quantidade e qualidade da frota em circulação após a vitória desses candidatos “generosos” ? Que força o candidato eleito ou reeleito com o apoio das empresas de ônibus terá para pleitear melhorias no sistema de transporte público?

P.S.: Em geral, somos mais motivados a escrever sobre arte e cultura, porém não podemos desconsiderar determinadas questões politicas que influenciam os assuntos de minha preferência.

Mesmo porque, quando utilizamos uma acepção mais ampla do termo cultura, como construção de valores, comportamentos, saberes, símbolos e etc.., a "Politica" é também uma construção cultural.

Por outro lado, os lobbies privados também atuam politicamente, não apenas contra os interesses da maioria no campo da educação, saúde, meio ambiente, relações de trabalho, entre outros; mas também atuam para dificultar a democratização cultural. Será que o ativista ou militante cultural tem dúvida sobre a razão da demora e da dificuldade para avançarmos na legislação que tramita no congresso nacional e que tem como objetivo avançar na construção de um marco legal de cultura mais moderno e inclusivo ?

Zezito de Oliveira - Educador e Produtor Cultural

Textos recomendados



 Vídeo produzido pela Plataforma dos Movimentos Sociais pela Reforma do Sistema Político, como forma de fomentar o debate sobre as mudanças necessárias na política brasileira. Neste, o tema é financiamento público de campanha.  AQUI
  
 sábado, 2 de março de 2013

Eleições e Corrupção - Como combater os ladrões de corações e mentes..


O que esperar de uma geração que cresce assistindo somente a Xuxa, Gugu Liberato, Faustão, Sílvio Santos, Malhação, Super Pop, Pânico, Brig Brother e etc?(1). A esse propósito, quando ouço algumas pessoas defender o investimento em esporte e cultura como estratégia para “afastar crianças e adolescentes das drogas”, penso com meus botões se já não é hora de ampliarmos o conceito sobre “droga”. Ou temos alguma dúvida sobre o efeito de anestesiamento, alienação, e dano ao desenvolvimento mental, emocional ,ético e estético que uma série de programas da televisão aberta causa àqueles que têm nestes veículos a sua fonte mais importante de informação e de entretenimento?

A solução, a médio e longo prazo, é mais investimento em escola de tempo integral, criativa, com qualidade (incluindo salários de “qualidade” para os trabalhadores da educação), mais Pontos de Cultura e democratização do acesso ao rádio e a TV para organizações da sociedade civil de caráter educativo e cultural. Se há espaço nesses veículos para os partidos políticos, por que não haver também para outras formas de organização da sociedade civil ?

Ou por que não liberar outras concessões para canais de rádios e de televisão identificados com as causas dos direitos humanos, do desenvolvimento sustentável, da diversidade cultural, da economia solidária, da educação criativa, a exemplo do que foi feito com o TVT

(1) A despeito do que falei sobre alguns programas de grande audiência na televisão aberta, não trata-se de censura, antes também assistia e gostava do Chacrinha e hoje em alguns momentos dou uma zapeada e paro por alguns minutos principalmente em Pânico, Super Pop e CQC. Como também afirmou o ministro Juca Ferreira em entrevista a Caros Amigos, edição 157, de abril de 2010. “A humanidade tem vinculos com esse tipo de produção(referindo-se ao programa brig brother) É um voyeurismo. A banalidade exerce um fascinio enorme sobre as pessoas”; “Mas eu sou a favor da liberdade de escolha por parte da população. Quem quiser ver Brig Brother que veja. (...) Ás vezes eu assisto coisas absolutamente banais, mas assisto me distanciando como a maioria das pessoas faz.” (grifo nosso).

E como afirmei, para contribuir com esse distanciamento, escola de tempo integral e criativa, acesso a criação e a diversidade cultural e democratização da comunicação é uma combinação formidável.
Zezito de Oliveira
Educador e Produtor Cultural


E para relaxar.... 

Wanderley Andrade - Ladrão de Coração

 AQUI

Leia também.
Renan: retrato do eleitor brasileiro
José Lisboa Moreira de Oliveira
Filósofo. Doutor em teologia. Ex-assessor do Setor Vocações e Ministérios/CNBB. Ex-Presidente do Inst. de Past. Vocacional. É gestor e professor do Centro de Reflexão sobre Ética e Antropologia da Religião (CREAR) da Universidade Católica de Brasília
Adital

Sou um dos signatários da petição que circulou na internet pedindo aos senadores que não elegessem Renan Calheiros como presidente do Senado brasileiro. Apesar das mais de 250 mil assinaturas, a maioria absoluta dos senadores fez vista grossa e não atendeu ao pedido de um bom grupo de brasileiros honestos.
Mas quem tem boa memória não se surpreendeu. Afinal de contas não é a primeira vez que isso acontece. É tradição do Senado brasileiro, eleger gente suspeita para a sua presidência. Se alguém ainda tem dúvida basta fazer uma pesquisa e verificar quem ocupou a cadeira de presidente daquela casa, começando pelo antecessor de Calheiros. E se isso acontece é porque a maioria absoluta dos senadores faz parte da mesma trupe e não tem interesse de eleger para cargo tão importante pessoas que se pautariam pela ética e pela transparência. A maioria é, no dizer do adágio popular, "farinha do mesmo saco”.
Porém, nesta hora, ao invés de ficarmos revoltados ou desperdiçando palavras inúteis, fazendo discursos demagógicos, precisamos fazer um sério exame de consciência. Certa vez li um texto do Dalai Lama no qual ele dizia que os grandes males da humanidade existem porque falamos demais e refletimos muito pouco. Ele chegava a afirmar que em situações como essas é preciso silenciar para percebermos a nossa responsabilidade e, a partir disso, começarmos a agir de maneira diferente.
Quem é Calheiros?
O retrato fiel da maioria absoluta dos eleitores brasileiros. Afinal de contas os que o elegeram não chegaram ao Senado através de um golpe ou por eleição indireta. Não estamos mais na época dos "senadores biônicos”. Foram eleitos por milhões de brasileiros. Logo, por dedução lógica, foram eleitos por brasileiros e por brasileiras que, pelo voto direto, os levaram ao Senado. E, também por dedução lógica, precisamos ter a sinceridade e a humildade de reconhecer que ainda votamos de forma irresponsável, sem fazer um discernimento sério e criterioso. Votamos porque o sujeito fala bem. Votamos porque o cara tem dinheiro. Votamos porque ele é "bonitão” e ela é "lindona”. Mas votamos também porque ele é o candidato daquele político mais próximo de nós, que um dia nos fez um favor: pagou uma cachaça, financiou uma dentadura ou uma receita de remédio.
Portanto, nada de lamentos e de atitudes bobas de escândalo. Nós, brasileiros e nós brasileiras, de um modo geral, ainda somos corruptos. Ainda temos a mentalidade do "jeitinho”. Aquele jeitinho que começa "furando a fila” dos que aguardam o ônibus, ou a abertura do banco, e vai se propagando até a venda do próprio voto. Dias atrás eu estava com minha esposa na fila de um restaurante. Aguardávamos a abertura do mesmo para o almoço. Ao se abrirem as portas do restaurante quase fomos atropelados, pois aqueles que estavam atrás se precipitaram sobre nós para almoçarem por primeiro. E é bom lembrar que não era um restaurante popular e que não havia nenhum risco da comida se acabar. Gestos antiéticos como estes são muito comuns no nosso dia a dia. Toda vez que podemos enganamos e nos desviamos da boa conduta, sempre com a intenção de levar vantagem em tudo.
Somos um povo de memória curta, um povo que se deixa levar facilmente pela propaganda, pela mentira e pela conversa fiada dos farsantes. Em 1989 Collor de Mello, apoiado pela grande mídia, especialmente pela Rede Globo, foi eleito com a falsa imagem de "caçador de Marajás”. Na ocasião a maioria dos brasileiros recusou-se a ver quem ele era e por quem era apoiado. O resultado desastroso nunca foi esquecido por quem tem boa memória, especialmente pelos que faliram e sofreram danos horríveis a partir do confisco do nosso dinheiro, por ele realizado no dia seguinte após a posse presidencial. Confisco esse tão rentável que permitiu que a sua ex-ministra da Fazenda se mudasse na época para os Estados Unidos, onde vive confortavelmente até hoje.
No momento a cena se repete. Brasileiros continuam se empolgando e deixando-se enganar. Não aprendemos a lição. No segundo semestre do ano passado muita gente ficou entusiasmada com a condenação dos protagonistas do "mensalão” do PT, por parte da Justiça brasileira. Não foram capazes de perceber que se trata de um ato politiqueiro, com a finalidade explícita de desviar a atenção do povo brasileiro dos verdadeiros bandidos. E para comprovar isso bastaria dar uma olhada nos outros julgamentos da Justiça ou, melhor ainda, nos processos que se arrastam há anos. Bastaria conhecer os crimes nunca julgados e nunca punidos. Seria interessante nos perguntarmos por que o Procurador Geral da República não fez nada até agora para denunciar a famosa "privataria tucana”, cujos documentos são públicos e notórios e envolve criminosamente políticos brasileiros numa operação de desvio de quantias vultosas dos cofres públicos brasileiros. Bastaria lembrar o mensalão do PSDB e os escravocratas fazendeiros assassinos de Unaí (MG), bem pertinho de Brasília, mandantes do assassinato dos fiscais do Ministério do Trabalho, até hoje impunes. E poderíamos aqui multiplicar os exemplos.
Não estou aqui defendendo o PT e nem afirmando que não houve mensalão, embora pairem dúvidas sérias sobre o assunto. O que estou afirmando é que existem sérias evidências – pelo menos para as pessoas inteligentes – de que este julgamento é politiqueiro e parcial. Os políticos do PT não estariam sendo usados como bodes expiatórios, com a finalidade explícita de nos desviar de crimes muito mais sérios? Por que mensalões cometidos antes por outros políticos e partidos, com os quais o PT aprendeu a lição, permanecem impunes até hoje? A Justiça deve explicação à população brasileira, se não quiser continuar com a sua imagem arranhada. Ela deve saber que uma boa parte dos brasileiros já não engole mais a propaganda da grande mídia. Como acreditar numa Justiça, exaltada no momento do julgamento do mensalão do PT, se esta exaltação vem de uma mídia que sempre esteve do lado da elite e da oligarquia brasileiras, únicas responsáveis pela miséria do povo e pela corrupção em nosso país?
É hora, pois, de acordar e de cada um de nós assumir sua parte de responsabilidade nesta história. É hora de, com muita coragem e determinação, reconhecer aquela tendência à corrupção e à desonestidade que se aninha dentro de cada um e de cada uma de nós. É hora de conversão, de reviravolta, de "mudança de hábitos”. É hora de parar de reclamar e de agir com mais transparência, mais seriedade e mais ética.
Por fim, cabe lembrar, não para nos desculpar, que este não é um problema só nosso e nem só de hoje. Há exatos 80 anos Hitler, um dos maiores facínoras da humanidade, chegou ao poder pelo voto direto. Na Itália, Berlusconi, talvez o maior político corrupto daquele país em todos os tempos, chegou ao poder pelo voto popular. E o que pensar de Putin na Rússia e de tantos outros políticos em tantos outros países? Isso só vem confirmar a urgência de uma ética mundial, como incansavelmente vem defendendo Hans Küng e outros cientistas e estudiosos.

Leia também: Outro Brasil? Somente com participação e arte?  AQUI

Outro Brasil é possivel? Outro olha é necessário.  AQUI

terça-feira, 23 de agosto de 2011

Estudantes do Chile mostra a força de uma nueva forma de protestar


Al fin un noticiero de televisión abierta chileno presenta el verdadero sentido de las protestas estudiantiles, caracterizadas por la creatividad y energía de sus participantes. Lejos de toda la violencia y criminalización con que la élite político-económica chilena trata de denostarla y bloquearla.

http://www.youtube.com/watch?v=YBXUv_P9qqU&feature=related

segunda-feira, 22 de agosto de 2011

Para você, seus colegas professores, orientadores e dirigentes de unidades educacionais, pais e estudantes.

Segue a relação de livros e videos do Jornal Mundo Jovem.

Atenciosamente,

Camila Schmidt

Setor de Assinaturas - Jornal Mundo Jovem

Cx Postal 1429

90001-970 Porto Alegre RS

Fone: 0800-515200 ( Não aceitamos mais ligações de telefone celular ).

Fone: (51) 3320-3599

Fax: (51) 3320-3889

Endereço eletrônico: mundojovem@pucrs.br

Site: http://www.mundojovem.com.br/

Twitter: http://twitter.com/mundojovem

Mãe Terra - o que deixaremos para seus filhos?

Se nosso presente é de agressão ao ambiente natural e de consumo irresponsável, o que será do

futuro das próximas gerações? A resposta urgente que precisamos dar a esta pergunta é um gesto de

amor com a natureza, de cuidado com a água, de produzir menos lixo, de consumir com consciência...

O vídeo do Mundo Jovem sobre o tema da Campanha da Fraternidade de 2011, apresentado por um boneco e

uma criança indígena, traz depoimentos e músicas que ajudam a refletir este tema fundamental. (veja mais)

Tempo de duração: 30 minutos

Em DVD

Valor = R$ 29,00 (As despesas de correio estão incluídas)

Economia: a pessoa acima do dinheiro

Este vídeo, sobre o tema da Campanha da Fraternidade de 2010, coloca em debate o lugar que a economia ocupa em nossa sociedade.

Mais do que isso, nos provoca a pensar o que ocupa o centro de nossas vidas: o dinheiro e o consumo ou valores como a vida e a dignidade.

Depoimentos de jovens e adultos, músicas, poesias e imagens tornam este debate mais compreensível aos jovens e estudantes.

Tempo de duração: 30 minutos

Em DVD

Valor = R$ 29,00 (As despesas de correio estão incluídas)

Segurança fruto da justiça

Através de depoimentos, imagens e músicas, adotando o método Ver-Julgar-Agir, entre outros assuntos, o debate gira em torno das seguintes questões:

Quais são as verdadeiras causas da violência e da insegurança na nossa sociedade? E os jovens, os mais atingidos, são autores ou vítimas dessa violência?

Quais são as saídas? Endurecer as leis e a repressão ou promover a justiça? Armar a sociedade ou incentivar a cultura da paz? Como a escola, a comunidade,

o grupo e cada indivíduo podem se engajar neste debate e na busca de soluções? O que a Bíblia propõe?

Além do vídeo, o DVD oferece ainda (em extras) um debate específico sobre a redução da maioridade penal e um clipe musical.

Tempo de duração: 34 minutos

Em DVD

Valor = R$ 28,00 (As despesas de correio estão incluídas)

A vida quer viver!

A vida, ameaçada por violência, degradação ambiental, fome e injustiça - nas quais o mais ameaçado é o próprio ser humano - pede para viver na criança,

no jovem, no meio ambiente, no cuidado e na solidariedade.

A versão em DVD, além do vídeo "A vida quer viver", contém: uma entrevista

sobre "o início e o fim da vida", outra sobre "juventude, vida e educação", além de um clipe da música "Eu só peço a Deus".

Tempo de duração: 28 minutos

Em DVD

Valor = R$ 27,00 (As despesas de correio estão incluídas)

Amazônia - Preservar a vida, cuidar do Brasil

Neste vídeo (em DVD ou fita VHS), partindo da geografia e do conhecimento das pessoas que habitam a região, procuramos esclarecer as questões

políticas que estão em jogo, tanto na devastação como na defesa da Amazônia.

Cuidamos, aqui, de abordar também a Amazônia como terra de missão e desafio para quem se preocupa com o futuro do planeta e das próximas gerações.

Tempo de duração: 26 minutos

Em DVD

Valor = R$ 25,00 (As despesas de correio estão incluídas).

Pessoas com deficiência, caminhos de inclusão

Disponível em DVD ou fita VHS, o destaque não é para as deficiências, mas para as possibilidades de inserção e inclusão das pessoas,

com deficiência, na vida e sociedade.

Acesso que se dá através da educação, mercado de trabalho, esporte, cultura, lazer e da participação política e comunitária.

Desse modo podemos afirmar que a deficiência não impede a felicidade.

Tempo de duração: 25 minutos

DVD

Valor = R$ 25,00 (As despesas de correio estão incluídas)

Superar a violência, construindo a paz

A violência, no Brasil, é uma epidemia. E as maiores vítimas são os jovens. Mais grave ainda é quando constatamos que esta violência

está entranhada em nossas relações, gerando uma "cultura" da violência, do medo e da insegurança.

Para superar esta violência precisamos construir uma "cultura da paz", através de relações mais amorosas e solidárias em todos

os ambientes em que convivemos.

Este vídeo destaca a educação como âncora na construção desta cultura da paz; e os jovens como principais atores desta ação.

Tempo de duração: 30 minutos

DVD

Valor = R$ 22,00 (As despesas de correio estão incluídas)

ÁGUA, vida e cidadania

Imagens, musicalidade, depoimentos e dois simpáticos personagens, que apresentam as reflexões de especialistas constituem este audiovisual.

Pretendemos colocar em suas mãos e em seu coração um instrumento de reflexão sobre o significado e a importância da água e do cuidado com o

ambiente no planeta.

A quem cabe a responsabilidade de cuidar da herança que recebemos das gerações passadas?

Como, efetivamente, assumir as nossas responsabilidades frente às gerações presentes e futuras? (Os dados são de 2004)

Tempo de duração: 29 minutos

DVD

Valor = R$ 22,00 (As despesas de correio estão incluídas)

Gerações em solidariedade

As relações entre gerações são importantes porque são relações entre pessoas em momentos diferentes do ciclo de vida.

Nesse sentido, nos propomos à reflexão sobre a infância, a adolescência, a juventude, a idade adulta e os idosos, examinando a vida

a cada momento: como estamos vivendo e para onde caminhamos.

"Olhar uma criança que cresce; respeitar um adolescente que se transforma; estimular um jovem; dialogar com um adulto; respeitar e ouvir os

mais velhos.

Esse talvez seja um dos mais simples, um dos mais ricos segredos da vida humana." (Os dados são de 2003)

Tempo de duração:29 minutos

DVD

Valor = R$ 22,00 (As despesas de correio estão incluídas)

POVOS INDÍGENAS direito à diferença

Aprender a conviver com o diferente é fundamental para que haja respeito e justiça entre os povos. Os povos indígenas têm esta visão. Veja o que diz

a Núbia, do povo Tupinambá, BA: "Temos a esperança de viver livre como um povo, como nação. Isto é forte na gente. A gente trabalha, a gente vive,

levanta, faz celebração, com este objetivo: de viver livre como um povo que tem sua história, sua religião; um povo que tem seu jeito de viver diferente.

Não querendo ser um modelo para ninguém, mas pra viver como nós somos, não como os outros querem que a gente seja, mas como nós realmente somos.

A gente ainda está resistindo, as aldeias estão ressurgindo por conta desse sonho e a esperança de viver enquanto povo, sem discriminação,

sem zombaria, sem verem a gente como coisa do outro mundo". (Os dados são de 2002)

Tempo de duração: 28 minutos

DVD

Valor = R$ 22,00 (As despesas de correio estão incluídas).

De Cara com as Drogas

Um desafio para pais, educadores e para os próprios jovens, em seus grupos e parceiros: admitir a droga como um problema que afeta grande

parcela da população; encarar este problema, buscando as causas que levam muitos jovens a fugir da realidade através do uso de substâncias

psico ativas; buscar saídas, tanto para as pessoas que já entraram, como para os jovens que ainda não ingressaram neste mundo das drogas.

Quem sabe, o problema não se torne menor se tivermos outras alternativas a indicar para os jovens, para que não precisem buscar nas drogas

um sentido para a sua vida. (Os dados são de 2001)

Tempo de duração: 29 minutos

DVD

Valor = R$ 22,00 (As despesas de correio estão incluídas)

Século 21 - Paz, sem exclusão

Terminamos o milênio com uma triste constatação: os grandes avanços tecnológicos alcançados se deram às custas da degradação da natureza,

da agressão à dignidade humana e da exclusão social.

Neste limiar do século 21, a esperança se renova. A bandeira da paz e da promoção da dignidade humana vai reunir grupos, Igrejas e todas as

pessoas que desejam um mundo mais justo e fraterno, sem exclusão. (Os dados são de 2000)

Tempo de duração: 29 minutos

Valor = R$ 22,00 em DVD (As despesas de correio estão incluídas).

Desemprego & Trabalho

Por que existe desemprego?

Qual é o sentido do trabalho na vida das pessoas?

Quais são as saídas e alternativas para o desemprego?

(Os dados são de 1999)

Tempo de duração: 30 minutos

DVD

Valor = R$ 22,00 (As despesas de correio estão incluídas).

Educar para que...

A educação acontece desde o nascimento até o fim da vida.

Por isso todos os segmentos da sociedade estão comprometidos com ela:

a família, a escola, os grupos, as igrejas, os meios de comunicação?

(Os dados são de 1998)

Tempo de duração: 29 minutos

DVD

Valor = R$ 22,00 (As despesas de correio estão incluídas).

Os Encarcerados

Vivemos num mundo em que impera a cultura da violência.

Para "limpar" a sociedade, criou-se o sistema carcerário. Este sistema deveria recuperar pessoas.

Porém apenas 25% dos presos são recuperados. O que há de errado?

É possível um jeito diferente de tratar a questão da violência e dos detidos.

(Os dados são de 1997)

Tempo de duração: 25 minutos

Valor = R$ 22,00 em DVD (As despesas de correio estão incluídas).

Afetividade e Sexualidade

A sexualidade mexe com a vida.

Como o adolescente descobre sua sexualidade; a orientação segura; o namoro; a gravidez não desejada; a importância da afetividade.

São alguns dos temas apresentados, numa perspectiva de debate.

(Os dados são de 1996)

Tempo de duração: 20 minutos

DVD

Valor = R$ 22,00 (As despesas de correio estão incluídas).

Política é Participar

A vida é um ato político. Política é participação social.

Não somente num partido ou nas eleições, também na vida, no dia-a-dia.

É um espaço do cidadão para se organizar, lutar por seus direitos e não se deixar iludir pelos maus políticos. (Os dados são de 1995)

Tempo de duração: 29 minutos

DVD

Valor = R$ 22,00 (As despesas de correio estão incluídas).

Excluídos que Excluímos

Milhões de brasileiros são excluídos de uma vida digna.

Isto não é fruto do destino. É consequência da sociedade. É possível mudar isso.

Em vez de individualismo, a regra deve ser a solidariedade.

Existem bons exemplos de trabalhos que levam à inclusão. (Os dados são de 1994)

Tempo de duração: 26 minutos

DVD

Valor = R$ 22,00 (As despesas de correio estão incluídas).

LIVROS:

Leituras de Paulo Freire na partilha de experiências

Escrito de forma coletiva, com a participação de professores, educadores, militantes e pesquisadores, apresenta uma síntese das propostas de Paulo Freire, experiências

de aplicação de sua teoria em práticas educacionais e experiências pessoais a partir da leitura de suas obras.

Orgs: Ana Lúcia Freitas, Gomercindo Ghiggi e Márcia H. Koboldt Cavalcante

Número de páginas: 110

Valor = R$ 14,00 (As despesas de correio estão incluídas)

Culturas Juvenis - Dinamizando a escola

Este livro é mais um lançamento do jornal Mundo Jovem, que traz para o centro do debate a rica diversidade cultural presente

nos jovens das escolas brasileiras: os que curtem funk, rap, graffiti, cultura anime, rock, religião, que gostam de se encontrar

nos parques, nos bares, nas ruas, nos quartos, enfim, múltiplas juventudes.

Como podemos nos apropriar das culturas juvenis em nosso planejamento diário como professores? Como revelar as identidades

juvenis nas diferentes práticas do currículo escolar? As aulas podem servir de canal para que as histórias de vida e as

identidades dos jovens ganhem lugar na cena escolar? Com a colaboração de diversos autores, esperamos contribuir

com a inquietude de tantos que buscam uma escola adequada aos nossos tempos.

Orgs: Márcia H. Koboldt Cavalcante e Rui Antônio de Souza

Número de páginas: 120

Valor = R$ 14,00 (As despesas de correio estão incluídas)

Bullying: mais sério do que se imagina

A violência nas relações entre as pessoas parece tomar proporções incontroláveis. E ela está atingindo em cheio também as escolas.

Este livro aborda uma forma de violência chamada Bullying (relações agressivas).

Procura desvendar as causas e origens deste fenômeno, partindo da conceituação; uma análise das relações entre os seres humanos;

a prática pedagógica; exemplos concretos e conseqüências. Por fim a reflexão propõe atitudes para prevenção e sugere atividades

e subsídios para estudo e debate sobre o assunto.

Orgs: Pedrinho Guareschi e Michele Reis da Silva

Número de páginas: 100

Valor = R$ 14,00 (As despesas de correio estão incluídas).

A reconciliação com a floresta

por uma atitude ecológica - 2º edição

Este livro está sendo relançado pelo Mundo Jovem, ampliado e atualizado. Trata de questões urgentes e contemporâneas

que envolvem o meio ambiente.

São textos curtos, com sugestões de atividades, que facilitam o debate e a tomada de atitudes individuais e em grupos.

Autor: Arno Kayser

Número de páginas: 148

Valor = R$ 12,00 (As despesas de correio estão incluídas).

Sociologia Crítica

alternativas de mudança - 62ª edição

O livro é desmistificador e libertador. Necessário para todos os que realmente desejam uma educação libertadora e uma

ação eficiente na sociedade. Pedrinho A. Guareschi trata dos assuntos mais importantes em Sociologia, sempre mostrando as

coisas nos seus dois lados: o que todos dizem e principalmente o que é escondido, mistificado.

"Sociologia Crítica" dá ênfase à prática e tem por objetivo principal colaborar com os que desejam mudar as coisas e

não apenas manter as coisas como são. Procura discutir os problemas mais importantes e urgentes, com simplicidade, profundidade e clareza.

Autor: Pedrinho Guareschi

Número de páginas: 156

Valor = R$ 14,00 (As despesas de correio estão incluídas)

Psicologia Social Crítica

como prática de libertação - 3ª edição

É um texto que nos provoca a um mergulho no cotidiano de nosso mundo social, desafiando-nos a tomar consciência de nós mesmos

e do mundo que nos rodeia. Suas discussões são transdisciplinares. Na verdade, é proposta de uma prática de libertação pessoal e social.

Pode-se dizer que é um 2º volume do livro "Sociologia Crítica - alternativas de mudança", já com 58 edições.

O autor consegue discutir temas extremamente complexos de maneira profundamente simples.

autor: Pedrinho Guareschi

Número de páginas: 140

Valor = R$ 14,00 (As despesas de correio estão incluídas).

Ensino Religioso e Cidadania

Textos e dinâmicas - 2ª edição

São 30 textos selecionados do jornal Mundo Jovem, acompanhados de dinâmicas, para serem trabalhados em sala de aula ou em grupos.

É uma proposta não apenas de leitura, mas de compromisso com uma prática militante, encarando a vida como caminho a ser trilhado

e não como destino que aceitamos de braços cruzados.

Org. por: Equipe Mundo Jovem

Número de páginas: 136

Valor = R$ 14,00 (As despesas de correio estão incluídas).

Educação Especial:

em direção à Educação Inclusiva

Nos quinze capítulos que estruturam esta obra, traçam um arco de possibilidades de leitura analítica e crítica, em que o maior diferencial

está em tentar desmitificar o preconceito da denominada normalidade para salientar e tentar compreender melhor o que nos desafia como

sendo especial, na intenção de um mundo de todos para todos e com todos, no dizer de um dos autores.

Orgs: Claus Dieter Stobäus e Juan José Mouriño Mosquera

Número de páginas: 271

Valor = R$ 24,00 (As despesas de correio estão incluídas)

Grandes pensadores em EDucação - O desafio da aprendizagem, da formação moral e da avaliação

Quatro questões desafiam as escolas em nosso tempo: avaliação, aprendizagem, indisciplina escolar e formação de professores.

Neste livro, três grandes educadores fazem valiosas contribuições sobre esses temas, contribuindo para reconstrução de uma escola

que ultrapasse o "dar aulas", que vise a formar alunos autônomos e permanentemente aprendizes.

Orgs: Pedro Demo, Yves de La Taille e Jussara Hoffmann

Número de páginas: 120

Valor = R$ 34,00 (As despesas de correio estão incluídas.

Avaliação Mediadora

Uma prática em construção da pré-escola à universidade - 29ª edição

A avaliação ressurge nessa década como um dos temas mais debatidos entre os educadores.

Percebe-se a inconformidade de muitos em repetir a prática tradicional, classificatória e autoritária, pelo visível prejuízo à

formação moral e intelectual dos educandos.

Ao mesmo tempo, ultrapassá-la envolve enfrentar uma séria resistência, pois é grande a polêmica sobre práticas inovadoras...

Autora: Jussara Hoffmann

Número de páginas: 197

Valor = R$ 22,00 (As despesas de correio estão incluídas).

Pontos & Contrapontos

do pensar ao agir em avaliação - 10ª edição

"A Avaliação permanecerá um problema na escola enquanto for escrita com pontos finais, com afirmativas absolutas,

irrevogáveis sobre o aluno.

O contraponto a essa hipótese é a avaliação escrita com reticências, com interrogações".

Autora: Jussara Hoffmann

Número de páginas: 152

Valor = R$ 20,00 (As despesas de correio estão incluídas).

Pistas para Filosofar I

temas de antropologia - 10 ª edição

Afinal de contas, o que é filosofar, fazer filosofia? A filosofia não começa com perguntas? Este livro contém,

justamente, uma série de perguntas sobre o ser humano, tema central da filosofia e, portanto, do filosofar. Quem é o ser humano?

É um ser racional, um ser social? Em que sentido? É o homem um ser moral? Possui ele consciência moral? Como se pode afirmar

que ele é livre, já que os condicionamentos genéticos, psicológicos e sociais são extremamente evidentes? O que significa afirmar

que o homem é um ser transcendente? De que modo se pode confirmar que o homem é sempre um ser político? Como devemos entender

o ser-homem e o ser-mulher? Essas são algumas questões colocadas pelo autor.

Autor: Olírio Plínio Colombo

Número de páginas: 85

Valor = R$ 14,00 (As despesas de correio estão incluídas).

Participação Política

Limites e avanços - 8ª edição

Como funciona o sistema político e o poder no Brasil, de que forma a política atinge nossa vida no dia-a-dia, o que é mesmo política.

É uma consciencientização sobre a importância de participar das mais diferentes instâncias de decisão política.

Autores: Osvaldo Biz e Elizabeth Pedroso

Número de páginas: 132

Valor = R$ 14,00 (As despesas de correio estão incluídas)

Cultura Religiosa II

Cristianismo a Igreja Católica - 3ª edição

"Na ressurreição de Jesus, encontramos um dos grandes ensinamentos de Deus. A sociedade muitas vezes não colabora no plano de Salvação.

Mas Deus não desiste, e por outros meios mostra qual é a sua vontade. Quando um justo é morto, é preciso resgatar sua proposta e seus

princípios (Mt 27, 19; Lc 23,47). A ressurreição torna-se esta recuperação dos atos e princípios da justiça. Por ela conseguimos saber

que aquele que pratica o bem, jamais será vencido pelo mal.

O mal não se poderá impor sobre a vontade de Deus. Se aparentemente os fatos chegam a mostrar que podemos ter derrotas, estas são

aparentes, quando Deus age tudo se recupera e ganha novo sentido e vida." É uma abordagem sobre Jesus Cristo, o cristianismo e a

Igreja Católica, sua história, sua doutrina e sua vivência.

Org. por: Erinida G. Gheller

Número de páginas: 210

Valor = R$ 14,00 (As despesas de correio estão incluídas

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