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quarta-feira, 20 de junho de 2012

Porta Curtas em clima de Rio + 20!


Olá, 

Na semana em que os olhos do mundo voltam-se para o Brasil por conta da Rio + 20, o Porta Curtas selecionou filmes que se lançam para a reflexão acerca dos contrastes entre o progresso das grandes cidades e as diferentes maneiras de se habitar o mundo através do desenvolvimento sustentável. Em um momento de grande efervescência sócio-cultural, marcado pelo encontro entre indígenas, chefes de estado, militantes e cidadãos de toda parte do planeta, o sentimento que pauta a conferência atravessa todas as diferenças e se torna um só: o desejo por um mundo melhor para se viver.

Aproveite nossa seleção, reflita e divirta-se! 
Equipe Porta Curtas Petrobras
Pajerama
O que acontece quando um índio vai à cidade pela primeira vez? Entre novas descobertas e armadilhas urbanas, encontra-se em um jogo constante entre cidade e natureza, símbolos do progresso e da tradição, que representam duas das mais belas fortalezas com as quais o homem ainda batalha diariamente para descobrir como lidar.

Tupi or not tupi?
Detalhes da obra 
Gênero: Animação
Diretor: Leonardo Cadaval
Duração: 9 min
Copo de LeitePor Longos Dias
O corpo humano se confunde com a essência da natureza em um oceano de sensações, gostos, gestos, num contraste marcante entre o cinza do concreto e a força bruta dos elementos naturais. Entre mares e formas, cores e prédios, o instinto feminino irrompe diante da correnteza dos rios.Em um país tão rico em diversidade e elementos naturais como o Brasil, a questão da distribuição de terra ainda permanece como um dos grandes desafios. Um olhar poético sobre pessoas que buscam dignidade para viver por meio do trabalho e da inclusão social.
Capivara!Prîara Jõ. Depois do Ovo, a Guerra
Certa vez, ao se referir ao avanço das grandes cidades que lentamente provoca a reinvenção do nosso folclore, Tom Jobim disse que "saci não dá em apartamento". O choque entre natureza e cidade acontece de maneira violenta quando uma capivara, animal silvestre, aparece no centro do espaço urbano, à beira da Lagoa Rodrigo de Freitas, no Rio.Crianças indígenas recriam antigos rituais de guerra em um espaço lúdico, evocando antepassados por meio de brincadeiras próprias do universo infantil. Caras-pintadas, cabelos cortados, sorrisos na floresta... O mundo era outro e todo dia era dia de índio!

  

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