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SERGIPE EM CULTURA


CURSO DE VERÃO REDES DIGITAIS: TECENDO RELAÇÕES, CONSTRUINDO COMUNIDADES, EXERCENDO CIDADANIA

REDES SOCIAIS

Os enredados
Por Miguel Reale Júnior em 06/03/2012 na edição 684
Reproduzido do Estado de S. Paulo, 3/3/201; intertítulos do OI

     No círculo midiático de hoje, a reflexão e a assunção sopesada de convicções individuais, bem como o silêncio e a solidão, cederam passo a uma saraivada contínua de comunicações. Reage-se a esta prevalência do virtual de forma passiva ou com manifestações apressadas de cunho emocional. Neste mundo de inter-relações imediatas, vive-se com a mídia e pela mídia, segundo Manuel Castells, para quem, com as redes sociais se instala uma virtualidade real.
“Todos são iguais perante o Facebook”, eis o novo direito fundamental. Diversos enredados na rede social expõem a si próprios e cada qual passa a ter acesso ao mundo do outro. Se a televisão, o principal meio de comunicação em nosso país, está presente em todos os instantes, a criar, de um lado, o monólogo e, de outro, a audiência preguiçosa, com as crescentes redes sociais se torna viável que o enredado possa manifestar-se sem a preocupação de ser razoável.
Esse fenômeno carrega contraposições.
A primeira, relativa à minimização do valor da intimidade e da vida privada, um dos direitos da personalidade consagrados nas modernas Constituições democráticas, mas violado pelo descaso com que muitos dos enredados tratam sua própria área de exclusividade, em compulsão pelo compartilhamento de cada instante de sua vida.
Intimidade e voyeurismo
No inciso X do artigo 5.º da Constituição federal, no capítulo Dos Direitos e Garantias Fundamentais, consagra-se que “são invioláveis a intimidade, a vida privada, a honra, a imagem das pessoas (...)”. O direito à privacidade constitui atributo da personalidade, requisito essencial à realização da pessoa humana, instaurando a expectativa de respeito à própria singularidade. A Constituição distingue entre intimidade e vida privada, estabelecendo dois campos: um de grande reserva e interioridade, ligada às próprias convicções e expressões de pensamento, bem como relativamente ao que se passa entre quatro paredes; outro, menos restrito, relativo à vida doméstica, aos hábitos cotidianos, acessível a pessoas próximas nas quais se confia.
Para Hannah Arendt, há uma zona de exclusividade onde sem cuidados se desenvolve a própria existência, definida por Judith Martins Costa como a especial esfera da vida em relação à qual é garantida a imunidade ao próprio modo de ser da pessoa, defesa à interferência alheia, pois é o locus, material e espiritual, em que cada qual fixa sua singularidade, seus gostos particulares a serem usufruídos reservadamente. Há uma diferença no grau de intensidade de exclusividade: a intimidade diz respeito ao modo de ser singular que cada qual tem no campo nuclear de sua existência, aos dados de foro o mais restrito, enquanto a vida privada diz respeito a formas de pensar e agir a serem sabidas apenas por poucos.
Vê-se agora, todavia, que a inserção numa rede social faz muitos dos fisgados desprezarem os limites quer da vida privada, de acesso limitado aos mais chegados, quer também do próprio núcleo mais fechado da vida íntima, como se viver só tivesse sentido ao se compartilhar e socializar com muitos outros, pela rede, todas as sensações e vivências, devendo-se divulgar aos demais todos os acontecimentos da existência. De um lado, franqueia-se a intimidade, de outro, instala-se um voyeurismo compulsivo: deixar-se ver e ver os outros.
Incitação ao ódio e à discriminação
A segunda contraposição decorre de ser o internauta alvo de comunicações em série, mas ao mesmo tempo ter a possibilidade de se manifestar livremente, sobre tudo e sobre todos, jorrando, sem compromisso, opiniões que vão do elogio apaixonado à agressividade desmedida, em aplauso ou crítica ao comportamento de alguém ou de algum grupo de pessoas.
A liberdade de manifestação de pensamento constitui gênero de primeira necessidade na vida democrática, condição essencial de desenvolvimento dos cidadãos, pois areja, alimenta a multiplicidade de opiniões, garante a difusão de pensamentos e a participação pelo conhecimento e pela crítica dos fatos. A amplitude da liberdade de manifestação, estatuída no artigo 220 da Constituição, exige, todavia, a observância da composição com outros valores, em especial a dignidade sexual, a honra e a vida privada, a não discriminação. Veem-se, contudo, em comentários de internautas, novatos no exercício da liberdade de pensamento, excessos, com violação da honra alheia, de sua intimidade ou incitando o ódio e a discriminação das mais variadas espécies. Só o tempo consertará tais exageros.
Tempos de urgência, exposição e interação
Por fim, a última contraposição surge da ilusão de que a plena possibilidade de manifestação de pensamento iguale o valor das diversas perspectivas. Não se deve, porém, confundir o direito de se exprimir com atribuir a mesma validade às diversas visões manifestadas, em inaceitável relativismo. A pessoa humana, enquanto titular dos direitos de não ser discriminada, de manter a integridade física e psíquica, de não ter violada sua honra ou intimidade, de exercer liberdade religiosa, constitui valor conquistado arduamente no processo histórico do Ocidente, a prevalecer como fonte nuclear de outros direitos fundamentais.
A maior intensidade valorativa da dignidade da pessoa humana não impede que se garanta a liberdade de opinar contra a liberdade religiosa, ou de imprensa, ou em favor do comandante Schettino (do Costa Concordia). O vertiginoso crescimento dos meios de manifestação, no entanto, traz o risco do relativismo que iguala o diferente e nega a prevalência de valores essenciais obtidos ao longo da História. A multiplicidade de opiniões exigiria avaliá-las criteriosamente e não dar a todas o mesmo peso.
Cabe, ao final, realçar: essas perplexidades não retiram os benefícios propiciados pelas redes sociais por aproximar pessoas e ventilar questões de interesse geral. Mas fica sempre o desafio de entender os valores dominantes nestes tempos de urgência, de exposição e interação contínuas.
***
[Miguel Reale Júnior é advogado e professor titular da Faculdade de Direito da USP]

Rádio Câmara

 Entrevistas e debates  Ponto de Vista

26/02/2013 00:01

Incubadoras de empreendimentos criativos no Brasil - Bloco 1

O Brasil costuma ser bem reconhecido no mundo pela criatividade dos seus artistas na música, no cinema e na pintura. Apesar disso, ironicamente o país é classificado como baixa intensidade criativa quando se fala em inovação nessa indústria que envolve conhecimento, pesquisa e inovação. Estudos recentes do IPEA e da Unesco mostram que o Brasil precisa melhorar os negócios que envolvem a chamada Economia Criativa, setor que reúne a produção de livros, música, cinema, softwares e outras artes e espetáculos. O Ponto de Vista recebe a pesquisadora Júlia Zardo para conversar sobre os fundos de investimento e incubadoras para empresas iniciantes. Ela faz doutorado sobre o tema e coordena o Centro de Cultura Empreendera da PUC do Rio de Janeiro. Júlia conta que já há mais de 400 incubadoras no Brasil e que a novidade é o surgimento das aceleradoras de negócio, mostra de que o mercado está amadurecendo.
Apresentador: Getsemane Silva
 

  Secretaria Municipal de Cultura promove segundo encontro #existedialogoemSP

No próximo dia 10 de abril, às 19h,o Centro Cultural São Paulo recebe mais um encontro do programa
ERRATA: O EVENTO OCORRERÁ NO DIA 10 DE ABRIL, ÀS 19H.

No próximo dia 10 de abril, às 19h, no Centro Cultural São Paulo, a Secretaria Municipal de Cultura inicia a série de encontros temáticos do programa #existediálogoemsp. Desta vez, o tema é hip-hop!  O encontro também será transmitido pela internet por meio deste link.

Criamos um evento no Facebook! Confirme sua presença!




 Assista ou reveja o primeiro #existediálogoemsp AQUI 

Zé Celso: 100 dias de Haddad ainda não bastam, mas apontam para uma Primavera Cultural


Por: José Celso Martinez Corrêa
Publicado em 06/04/2013, 14:05
Última atualização às 11:58

Zé Celso: 100 dias de Haddad ainda não bastam, mas apontam para uma Primavera Cultural
Zé Celso considera que Juca Ferreira, nome de 'porte ministerial', será capaz de mudar a cultura na cidade (Foto: Mastrangelo Reino/Folhapress) 
 
"Estes 100 dias começaram com o reconhecimento da cultura como valor de Infraestrutura de SamPã já com a nomeação de Juca Ferreira para a Secretaria de Cultura. Um quadro de porte ministerial capaz de assumir a renovação cultural transversal necessária em todos os domínios desta metrópole carente em todas as áreas: trânsito, diferenças abismais de condições de vida de seus moradores e consequente violência.
Esses pontos necessitam da criação de outros valores culturais para este caos asfixiado pela cultura da especulação imobiliária tecno-burocrática-dinheirista com seu poder ainda nas mãos de Papai$ões e Mamãe$onas nesta Capital do Capital.
A RBA publica uma série de reportagens sobre os primeiros 100 dias da gestão de Fernando Haddad como prefeito de São Paulo. As mudanças nas relações políticas, as iniciativas e os problemas enfrentados em áreas fundamentais para o dia a dia dos moradores da cidade. 
O valor dado à Cultura por Haddad, que vem de seu amor por esta cidade tão mal-amada, desafia apaixonadamente os Tecno-Artistas de todas as periferias: a cidade tem como inspiração esses pontos mais críticos pra sua imaginação criadora encontrar as saídas do dia a dia e também as estruturais.
A nomeação de John Neschling para o Teatro Municipal – que já está sendo desencalhado e ocupando o lugar que merece na cidade como ponto de encontro de todas as SamPãs – é outro fator.
Modéstia à parte, menciono como bons ventos destes 100 dias até o fato de Haddad ter tido a coragem de me convidar – mesmo sabendo que em torno de minha pessoa existe uma zecelsofobia de quem não é nem unanimidade – a participar do Conselho da Cidade, o primeiro convite em minha vida que recebi para ocupar uma função pública.
Aliás, deste conselho, desde representante da Bolsa de Valores fazem parte até demônios apontados pelo infeliz Feliciano, ponta de lança de um golpe no Estado Laico Brasileiro: gays, lésbicas, negros, travestis etc... Quer mais cultura nestes tempos que isso?
Há fatos concretos como as medidas diante das tempestades deste ano de iniciar a construção de tubulação maior pros rios da Pompéia, resolvendo o funcionamento permanente da Fábrica Cultural do Sesc Pompéia do 'arquiteto' mais contemporâneo internacional de hoje: Lina Bo Bardi.
Estas obras preparam assim o Centenário de Achi-Lina Bardi em 2014 sem as enchentes  que propiciavam até a pesca no fim da rua principal desta Fábrica da Cultura Paulistana.
A semeadura cultural inicial está sendo muito forte. 100 dias ainda não bastam mas apontam pra uma Primavera Cultural nunca vista na Paulicéia Desvairada - repito: na DESVAIRADA.
José Celso Martinez Corrêa
Presidente da Associação Teat(r)o Oficina Uzyna Uzona"

 Leia também:  Outro Brasil? Somente com participação e arte. AQUI

Sugestões para os novos prefeitos, gestores de cultura dos municipios e vereadores eleitos em 2012.  AQUI

Paulistanos aprovam diálogo com prefeitura, mas esperam ações concretas

Próximo de completar 100 dias de governo, prefeito Fernando Haddad (PT) investe na conversa permanente com setores sociais para resolver os problemas da cidade

Por: Tadeu Breda e Eduardo Maretti, da Rede Brasil Atual
Publicado em 05/04/2013, 10:15
Última atualização às 15:17

Paulistanos aprovam diálogo com prefeitura, mas esperam ações concretas
Pessoas em situação de rua participam de encontro com Fernando Haddad, em março: disposição ao diálogo para soluções conjuntam marcam início de mandato (CC/Fernando Pereira/Secom)
São Paulo – Prestes a completar 100 dias no governo da cidade de São Paulo, o prefeito Fernando Haddad (PT) tem sido elogiado por grupos e movimentos sociais devido à sua disposição ao diálogo. Em pouco mais de três meses, os mais diversos setores da capital já foram recebidos por membros do alto escalão municipal: moradores de rua, empresários, artistas, militantes LGBT, lojistas, skatistas, funkeiros, sindicatos, entre outros. Eles se declaram satisfeitos pela abertura da nova gestão, mas preferem esperar para ver se tanta conversa se transformará em políticas públicas efetivamente participativas.
Talvez o maior símbolo da mudança de postura da prefeitura se expresse pela receptividade de Fernando Haddad às demandas do Movimento Nacional da População de Rua (MNPR), sem dúvida o grupo social mais excluído da cidade. "Já fui recebido seis vezes diretamente pelo prefeito: quatro vezes em reuniões do movimento e mais duas em eventos públicos", revela Anderson Lopes, coordenador do MNPR em São Paulo. "Nos oito anos anteriores, estivemos apenas uma vez com o chefe do Executivo, no caso, Gilberto Kassab (PSD), durante a posse de um conselho. Mas acabou a cerimônia, ele nem olhou na nossa cara e saiu correndo."
A RBA publica a partir de hoje (5) uma série de reportagens sobre os primeiros 100 dias da gestão de Fernando Haddad como prefeito de São Paulo. As mudanças nas relações políticas, as iniciativas e os problemas enfrentados em áreas fundamentais para o dia a dia dos moradores da cidade.
Anderson explica que alguns secretários da gestão anterior até abriram as portas à população de rua, mas lamenta que as conversas não tenham frutificado em ações. "A gente saía das reuniões e a Guarda Civil Metropolitana (GCM) voltava a sentar o cacete." O dirigente do MNPR atesta que bastou uma mudança de governo para que os funcionários da prefeitura deixassem de expulsá-los das áreas centrais com jatos d'água. "Isso acabou, não tem mais", garante. "Você pode ver que a população de rua está nas ruas, está mais visível. Antes, tínhamos medo."
O diálogo com o movimento já derivou em medidas concretas. Em março, Fernando Haddad assinou decreto criando o comitê intersetorial de políticas para a população de rua, que reúne nove secretarias municipais e nove representantes da sociedade civil – entre eles o MNPR. Outra consequência das conversas foi a criação de duas mil vagas em cursos profissionalizantes para os moradores de rua. O projeto foi viabilizado por recursos do Programa Nacional de Acesso ao Ensino Técnico e Emprego (Pronatec) e por uma parceria com a Federação das Indústrias do Estado de São Paulo (Fiesp).

Parcerias

Aliás, o presidente da Fiesp, Paulo Skaf, por enquanto também é só elogios ao novo prefeito. "Haddad já esteve aqui inúmeras vezes, eu já o visitei na prefeitura e fizemos um programa para pessoas em situação de rua", resume. Skaf é membro do Conselho da Cidade, criado pelo prefeito Fernando Haddad e formalizado no dia 26 de março. O conselho terá quatro reuniões por ano para discutir temas abrangentes para a cidade, como o Plano de Metas e o Plano Diretor.
É composto por membros representativos de toda a sociedade paulistana, como a presidenta do Instituto Ayrton Senna, Viviane Senna, o músico Arnaldo Antunes, o escritor Fernando Morais, o diretor teatral José Celso Martinez Corrêa, a empresária Luíza Trajano, presidenta do Magazine Luíza, o filósofo Vladimir Safatle, representantes das centrais sindicais, associações de classe como a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB), igrejas, religiões de matriz africana e movimentos sociais.
Skaf conta que a parceria entre prefeitura e Fiesp não vai se limitar aos cursos para moradores de rua. "Estamos estudando dois outros grandes projetos. Um, em frente à estação do metrô Itaquera, onde deveremos construir uma grande unidade do Senai e Sesi. Haverá um teatro para atender a zona leste de São Paulo, que tem 4 milhões de habitantes e não tem um teatro sequer", revela. "E ainda vamos fazer o Museu da Criança." De acordo com Skaf, Haddad está se esforçando para colocar à disposição o terreno necessário ao projeto, que será bancado pela entidade.
O presidente da Fiesp diz que há projeto também para um centro olímpico na capital. “Estamos estudando alternativas. Como não está decidido, não quero antecipar. Primeiro é discutir e depois definir o terreno.” Segundo ele, a partir do momento em que o terreno estiver disponível, o prazo para a entrega do centro olímpico seria entre um ano e meio e dois anos.

Expo 2020

Paulo Skaf menciona “uma parceria muito positiva em relação à Exposição Mundial 2020”, cuja sede ainda não está definida. São Paulo está na disputa, que deverá ser anunciada no final deste ano. A candidatura da cidade também foi tema de conversa entre a gestão municipal e a Associação Viva o Centro, mantida por bancos, empresas, instituições, sindicatos e igrejas interessados na "revitalização" da região central da cidade.
O superintendente geral da ONG, Marco Antonio Ramos de Almeida, diz que já se reuniu com a vice-prefeita, Nádia Campeão (PCdoB), para tratar do assunto. "Recebemos ainda a visita do subprefeito da Sé e do secretário de Desenvolvimento Urbano", afirma. "Em princípio, temos tido êxito nos diálogos. Os canais estão abertos."
Contudo, Ramos de Almeida ainda não vê nenhuma grande mudança de mentalidade na prefeitura com a nova gestão. "Nossa associação tem 22 anos de existência, já passamos por vários governos municipais e nos demos bem com todos. Temos uma atitude apartidária e nunca sofremos restrições." A Viva o Centro acompanha com atenção as modificações que serão realizadas pelo governo municipal nos projetos da Nova Luz e na reforma do Parque Dom Pedro II. "Queremos melhorias na limpeza, segurança, iluminação e manutenção geral do centro."

Zeladoria

A chamada “zeladoria” urbana, o trabalho rotineiro de manutenção da cidade, é uma das maiores fontes de críticas do vereador oposicionista Gilberto Natalini (PV) aos primeiros 100 dias de Haddad como prefeito, o qual ele considera “frouxo”. “O que sinto é um governo que na minha opinião não começou a fazer a zeladoria da cidade, os cuidados na sua totalidade desde o primeiro dia. Por exemplo, você vê uma quantidade enorme de praças com mato muito alto e a retirada de árvores caídas na rua em períodos de chuva”, critica o vereador. “No ano passado demorava um dia, esse ano teve várias árvores que ficaram até quatro dias.” 
Natalini também critica, entre outras coisas, a mudança na inspeção veicular. “Para cumprir a promessa de isenção da taxa que fez na campanha, ele ampliou o período da inspeção, e há uma ameaça de colocar a inspeção nas oficinas e autorizadas da cidade, misturando fiscalização com serviços no mesmo lugar, o que pode criar uma situação de fraudes incontroláveis”, diz o parlamentar do PV. Ele diz ainda que as subprefeituras estão praticamente paradas.
Essa morosidade parece não se refletir nas atividades do subprefeito da Sé, Marcos Barreto. Ele diz ter realizado mais de 120 reuniões com vários setores da sociedade paulistana apenas no mês de março. "A diretriz é portas abertas e diálogo constante", diz Barreto, para quem a conversa tem sido até agora uma das principais marcas da gestão – e uma diferença em relação à administração anterior. Sob Kassab, as subprefeituras estavam quase todas ocupadas por militares reformados. "Precisamos fazer valer a máxima cunhada pelo secretário da Cultura, Juca Ferreira: Existe Diálogo em SP."

Pé atrás

Oswaldo Pinheiro, integrante da Cia. Estável de Teatro e membro fundador da Cooperativa Paulista de Teatro, elogia a disposição para o diálogo de Juca Ferreira, mas tem ressalvas. “Isso, a disposição a dialogar, não é mentira. Mas é preocupante, porque acompanhei todo o ministério do Juca no Ministério da Cultura no governo Lula e essa sempre foi a prática dele: chamar os movimentos, as entidades, conversar e abrir sempre espaço. Mas as coisas não são encaminhadas como deveriam”, diz Pinheiro. 
Ele critica por exemplo o "não andamento" do Projeto de Lei 6722, de 2010, que cria o Procultura. “Ainda não foi aprovado. Isso já foi encaminhado desde a gestão do ex-ministro Gilberto Gil. O Juca fazia uma crítica pontual à Lei Rouanet, muito próxima à nossa. Mas depois nada se concretizou”, reclama Pinheiro. Segundo ele, os artistas reivindicam a ampliação da Lei de Fomento ao Teatro, criada na gestão municipal de Marta Suplicy, em 2002. “A Lei do Fomento é o que mais deu certo nos últimos dez anos na cidade”, diz. “A gente só pode avaliar se há ou não uma mudança [com o novo governo] se as coisas forem de fato encaminhadas”.
Para Fernanda Estima, do Núcleo LGBT de São Paulo, o diálogo começou até antes da eleição. “Construímos com o então candidato Haddad um programa de governo específico para a questão LGBT. No discurso de vitória do prefeito na Paulista ele fez questão de falar dos negros, mulheres e homossexuais”, afirma. “Começamos um governo sabendo que temos um aliado para o que desse e viesse. E é o que tem mostrado.”
O movimento LGBT foi um dos que participaram de conversas com o secretário de Direitos Humanos e Cidadania, Rogério Sottili, neste começo de mandato. A pasta comandada pelo gaúcho tem como uma de suas principais funções recolher as demandas sociais e conduzi-las a outras instâncias do governo municipal para que sejam levadas em conta durante a tomada de decisões.
"Os primeiros 100 dias são um momento de arrumar a casa, de construir as bases políticas do diálogo e ouvir muito a sociedade civil", analisa Sottili. A secretaria também já recebeu migrantes e representantes da juventude, como os movimentos hip hop, estudantil e negro. A promessa de Sottili é não deixar a peteca cair. "Nosso governo vai ter muita participação social como método de gestão", garante. "Vamos construir canais de participação para construção das políticas públicas."

  PITTY, GAL COSTA E TULIPA RUIZ CONFIRMAM PRESENÇA

A Virada Cultural 2013 será em 18 e 19 de maio, entre o fim da tarde do sábado e o início da noite do domingo. Prepare-se!
http://www.viradacultural.org/

Fan-Page sobre a Virada Cultural 2013 - Dias 18 e 19 de maio em São Paulo
https://www.facebook.com/viradacultural?fref=ts

Quais serão as surpresas que a Virada Cultural reserva para este ano? Falta pouco, dias 18 e 19 de maio em São Paulo.

Confirme a sua presença!
https://www.facebook.com/events/210257889098741/?ref=22

 Subprefeito da Sé elogia iniciativas culturais no centro e convida: 'Venham dialogar'

Em entrevista à RBA, Marcos Barreto, que tem violão no gabinete, afirma ainda que desafio é requalificar áreas urbanas da Sé: 'Queremos nos transformar em instância local de governo'

Publicado em 08/04/2013, 14:50
Última atualização às 16:05

Subprefeito da Sé elogia iniciativas culturais no centro e convida: 'Venham dialogar'
Festival Baixo Centro inunda a região da Sé com atividades culturais até o próximo domingo, 14 (Foto: Divulgação) 
 
São Paulo – O subprefeito da Sé, Marcos Barreto, espera que os movimentos culturais que defendem uma maior ocupação do centro de São Paulo devem mudar sua atitude em relação à prefeitura. “Esse grupos nasceram num momento de não diálogo”, lembra, fazendo referência à gestão Gilberto Kassab (PSD), que governou a cidade entre 2006 e 2012. “A orientação do prefeito Fernando Haddad (PT) é inversa: manter as portas abertas.”
O subprefeito entende que é da natureza de movimentos como Baixo Centro – que esta semana organiza um festival autônomo na região da Sé – ocupar espaços públicos sem pedir autorização a ninguém. “É a proposta deles”, reconhece. “A gente respeita, mas quer frisar que está junto: nosso papel é estimular a ocupação do centro com cultura, e não vetá-la. Se precisarem de alguma contribuição, a gente pode ajudar.”
Com um violão no canto do gabinete, Marcos Barreto afirma que, nestes 100 primeiros dias de governo, tem conversado muito com os diferentes setores sociais interessados no centro. Apenas em março, garante, manteve mais de 120 reuniões com grupos, entidades e movimentos.
Em entrevista à RBA, o subprefeito pontua que os maiores desafios de sua gestão passam pela requalificação do espaço urbano na região, enquanto a grande prioridade é fazer da subprefeitura uma instância de governo local. “As políticas públicas devem ser elaboradas pelas secretarias, mas quem deve executá-las são as subprefeituras.”
Como o sr. vê os movimentos culturais que pregam uma maior ocupação do centro?
Vejo com bons olhos: é um desejo legítimo de retomar os espaços públicos para manifestar arte, música, dança, fazer esportes, caminhar, andar de bicicleta etc. Esses movimentos nasceram num momento de não diálogo. A orientação do prefeito Fernando Haddad é inversa: manter as portas abertas para o diálogo. Isso vai sugerir uma mudança de comportamento desses movimentos. Por exemplo, estivemos conversando com o pessoal do Festival Baixo Centro, que tenta fazer as coisas no limite do que não precisa de autorização.
Eles acreditam que, sim, podem ocupar os espaços sem pedir autorização. Por isso, se resguardam a fazer eventos com características que se encaixam nesse desenho. A gente está respeitando isso, claro, mas estamos juntos. Se precisarem de alguma contribuição, nossa intenção não é vetar, mas aprovar e ajudar a organizar no que for possível e no que eles acharem que precisam do nosso apoio. Porque também é importante respeitar a autonomia do movimento: eles nasceram com essa característica e nós vamos respeitar isso sempre.
A retomada do carnaval de rua na cidade faz parte dessa estratégia?
Quando chegamos, nos deparamos com a véspera do carnaval. A orientação inicial era de que a gente só reconheceria os blocos legalizados, que estão ligados a duas associações. Mas chamamos todos os blocos que pretendiam desfilar e sentamos com a Companhia de Engenharia de Tráfego (CET), Polícia Militar, Guarda Civil Metropolitana (GCM) e São Paulo Transportes (SPTrans) para organizar tudo. Isso não significa dar apoio de recurso ou logística a todos os blocos, porque não estava programado, mas se a gente sabe que eles vão sair, tem que, no mínimo, organizar o trânsito para dar segurança aos foliões.
A gente também tem de garantir limpeza adequada, policiamento e fiscalização pra que não tenha venda de bebida alcoólica para menores de idade. É uma série de ações que podemos fazer, e diria, que é obrigação do poder público fazer. Essa postura foi bastante acertada. Não podemos fingir que os blocos não existem, como acontecia antes. É uma questão de bom senso: estabelecer diálogo e organizar as coisas. É melhor pra cidade porque é bom que tenha carnaval no centro. O carnaval do sambódromo é midiático, é pra televisão. O carnaval que as pessoas podem brincar é o carnaval de rua. Então, que bom que existe.
Agora que há tempo para planejar, o que a subprefeitura pretende fazer?
No próximo ano, a ideia é começar mais cedo, fazer um edital no modelo do Rio de Janeiro. A gente acredita que este ano houve cerca de 80 blocos na cidade. No Rio foram 450. Talvez isso seja demais e nem tenhamos fôlego pra tanto, mas certamente temos espaço pra ter mais blocos. Vamos fazer algo sem conflito com os moradores, negociar tudo. Algumas pessoas ficam descontentes? Ficam, a cidade tem seu dinamismo. Mas negociar é sempre muito melhor do que ser surpreendido com movimentos da noite para o dia. O que estamos fazendo é dar uma racionalidade, apoiando esse movimento geral que vemos com muito bons olhos. É uma ocupação positiva do centro, que tem como carro-chefe a cultura, seja dança, música, teatro. Isso humaniza o centro, faz o centro ser melhor.
Nesse processo de diálogo, vocês mapearam alguns setores que se colocam contra esse tipo de ocupação cultural do centro?
Contra não. Às vezes alguns grupos de moradores pedem que haja mais diálogo com eles. Na Praça Roosevelt, por exemplo, eles reclamam não exatamente dos eventos que ocorrem por ali, mas de outras coisas: por que a caixa de som, em vez de ficarem viradas para os prédios, não ficam viradas para o outro lado da praça? São sugestões desse tipo, simples de solucionar, e que fazem sentido. Até porque eles sabem que moram numa praça e que a praça é de todos. Não é um condomínio fechado. Mas eles querem interagir e fazer sugestões.
Não há movimentos de moradores – pelo menos que se manifestem publicamente como uma maioria ou com força política – contrários aos skatistas, por exemplo. Mas querem preservar espaços onde possam caminhar sem serem atingidos por skates voadores. Por isso, acho que o diálogo vai fazer bem pra cidade. As pessoas têm de perceber que devem convencer os demais com suas ideias e abrir mão de algumas posturas pra garantir o que é mais importante: a convivência. Assim haverá entendimento.
Quais os maiores desafios da sua gestão?
São imensos. Por exemplo, não estou nada feliz com o padrão de zeladoria urbana que temos aqui. Acho que a Sé tem muito que melhorar em termos de coleta de lixo, varrição das ruas e na limpeza de uma forma geral. Em relação às áreas verdes, estamos longe de ter um padrão satisfatório. Ainda mais nesta época de chuvas, o mato está numa altura que não se justifica. Ao mesmo tempo, temos o desafio de fazer a subprefeitura ser aquilo que ela estava destinada a ser quando foi colocada na Lei Orgânica do Município, em 1991, e quando foi criada, em 2002: ser efetivamente uma instância local de governo.
Hoje, não é esse o papel da subprefeitura. As secretarias desenvolvem e executam as políticas. Cabe às subprefeituras apenas a regulação de uso e ocupação do solo e ações de zeladoria urbana, quando, na verdade, acho que a gente precisava ter no âmbito das subprefeituras a execução das políticas públicas. Claro, a formatação da política de habitação, saúde e educação tem de ser feita pelas secretarias, mas a execução dessa política poderia ser feita no âmbito da subprefeitura.
Outro desafio é requalificar determinadas áreas. Temos ruas comerciais incríveis no centro, com uma riqueza e faturamento muito grandes: 25 de Março, Santa Ifigênia, José Paulino. São ruas com muita força, mas que ainda não têm o padrão urbano que deveriam. A calçada é estreita, a iluminação deveria ser um exemplo, mas é ruim. A sujeira é grande. Temos de requalificar esses espaços e também os calçadões, que estão muito deteriorados: há vários buracos, alguns pedaços solapados pelo próprio peso dos carros que passam por ali pra levar mercadoria. E é um calçadão só de passagem, quando acho que deveria convidar o cidadão a permanecer por ali alguns momentos: não há bancos nem floreiras nem iluminação à altura.

Veja vídeo geral do encontro com Haddad e Callegari

Finalizamos as publicações da Série de Diálogos sobre educação na cidade de São Paulo com um vídeo geral do encontro, que resume as propostas dos participantes para formação de professores e gestores, educação infantil e alfabetização, avaliação, garantia da equidade e colaboração intersetorial.
O evento, realizado em parceria pelo Inspirare/Porvir e Todos pela Educação, aconteceu no dia 18 de fevereiro,  com a participação do prefeito de São Paulo, Fernando Haddad, e o secretário municipal de Educação, Cesar Callegari.

HADDAD QUER WIFI LIVRE EM 120 LOCAIS DE SÃO PAULO

HADDAD QUER LICITAÇÃO DE WIFI ESTE ANO, E VAI TROCAR REGULARIZAÇÃO DE ANTENAS DE CELULAR POR OFERTA DE PONTOS GRÁTIS.

Fernando Haddad, prefeito da cidade de São Paulo, afirmou na quinta-feira (04/04) que a o projeto de implantação de WiFi livre na cidade de São Paulo deve sair ainda este ano, e maior do que o inicialmente previsto pelo secretário de Serviços Simão Pedro. Segundo o prefeito da capital paulista, a intenção é estabelecer ao menos um ponto de acesso por distrito da cidade, o que significaria conexão em cerca de 120 locais.

"Subprefeitos já estão envolvidos no georreferenciamento dos pontos para determinar onde há maior demanda da população. Estamos na fase de orçamento, mas vamos ter seguramente, neste ano, a licitação de mais de uma centena de pontos", falou Haddad.

Disse ainda que o objetivo é oferecer uma conexão de 512 kpbs por usuário quando a rede estiver com o maior número de pessoas conectadas. O prefeito afirmou que o WiFi deve ser a prioridade da prefeitura para inclusão digital neste ano, uma vez que a procura por telecentros nos moldes dos implantados pelas gestões anteriores tem diminuído.

"O que estamos notando é que o grau de acessibilidade da população hoje é maior do que quando começamos a introduzir os telecentros. As escolas estão informatizadas. Temos laboratórios nas escolas estaduais e municipais e o trabalho é muito conectado. Estamos vendo uma diminuição da demanda do telecentro tradicional e aumento da demanda por WiFi", disse.

Segundo o prefeito, o número de locais com acesso livre pode ser ainda maior, graças à assinatura de termos de ajuste de conduta por parte das operadoras de telefonia móvel, que têm antenas irregulares no município. "O Minicom vai entrar em um certo sentido no projeto porque existem termos de ajuste de conduta, obrigando a telefonia móvel a oferecer para a cidade, como contrapartida, instalações WiFi. A Vivo foi a primeira que assinou esse ajuste. Certamente as outras vão seguir o exemplo. Então, além da licitação, teremos o reforço do PAC", observou.

No começo do ano, Simão Pedro, da secretaria de Serviços, responsável pelo projeto, afirmou que o projeto-piloto seria realizado em alguns pontos da cidade, como Av. Paulista e bairros da zona leste. Mas, segundo fonte ligada ao projeto, chegou-se à conclusão de que "se vai abrir o sinal, que o teste seja mais abrangente".

A intenção da secretaria é levar o edital da licitação a consulta pública dentro de 40 dias. A intenção é dividir a cidade em blocos, evitando que os pontos de acesso e sua manutenção dependam de apenas uma empresa. Pode ser, também, que os blocos sejam licitados em momentos diferentes.

As afirmações foram feitas durante o evento de lançamento do livro Cultura pela Palavra, de Gilberto Gil e Juca Ferreira. Ambos foram ministros da Cultura no governo Lula e adotaram medidas de incentivo de à Cultura Digital.

 A Escola Pernambucana de Circo informa:

# 12 de abril |  Festim Cultural - Em homenagem ao Circo, Teatro e Grafite #
A Escola Pernambucana de Circo convida a todos para participar do Festim Cultural que nesta edição homenageia o Circo, Teatro e Grafite, artes especialmente celebradas no dia 27 de março. Na EPC a comemoração continua no mês de abril e toma conta do nosso 1o FESTIM de 2013.
A festa será colorida com os números da Trupe Circus: "Los Macatchos" (malabares), Trapézio Triplo, Arame e Experimento cênico "Este circo da praia" e com as apresentações de artistas e grupos convidados: Dança do Ventre com Ítala Onâ, Parada de Mão com Rhayan Gomes, Apresentação de Hip Hop, Espetáculo "Pólo Marginal Opereta de Rua" dos Loucos e Oprimidos da Maciel.
FESTIM  é um evento que homenageia o circo numa festa estilo cabaré, com muitas atrações circenses, música e diversas outras linguagens artísticas.  O evento reune gratuitamente artistas, juventude e comunidade em nossa sede.
Vem comemorar conosco e homenagear o Circo, Teatro e Grafite.
SERVIÇO:
FESTIM Cultural - Homenageando o Circo, Teatro e Grafite
12 de abril
19h
Gratuito
Sede da Escola Pernambucana de Circo (Av. José Américo de Almeida, n. 05, Macaxeira, PE)
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Acompanhe nossas ações:


Escola Pernambucana de Circo
Av. José Américo de Almeida, N. 05, Macaxeira - CEP: 52090-320
Fone: (81) 3266.0050
www.escolapecirco.org.br

Agentes culturais debatem sobre gestão de grupos de teatro durante o III FEST











Os dois últimos dias do III Festival Sergipano de Teatro também serão dedicados às reflexões e ao debate sobre a produção teatral. A programação acadêmica, que teve início na tarde desta segunda-feira, 08 de abril, no Palácio Museu Olímpio Campos, contou com o “Debate Vivo EnCena” e procurou instigar a classe artística a pensar o teatro de maneira dinâmica e criativa.Com o tema ‘Sustentabilidade e Prospecções para o Teatro: Gestão de Grupos’ e curadoria do pesquisador em gestão cultural, Expedito Araújo, representante do ‘Vivo EnCena’, o evento teve início com a apresentação de Tahíba Chaves, assessora Técnica de Produção Cultural na SESC Escola - RJ, que tratou da evolução histórica do teatro de grupo no Brasil a partir da perspectiva do mercado. Sua explanação abordou questões como a profissionalização dos artistas e a constituição da identidade de um grupo.As discussões prosseguiram com Ney Piacentini, presidente da Cooperativa Paulista de Teatro, abordando a prática do teatro como um eterno aprendizado e destacando os desafios de se encontrar unidade em um grupo, e a partir daí atingir a sustentabilidade. Para Ney, que também é ator da Cia. Do Latão – SP, os fatores capazes de manter um grupo estão relacionados com a qualidade artística e estética que esse grupo apresenta. E continua, “A sustentabilidade é uma realidade que só pode ser construída por nós (a classe artística)”. Após as apresentações, a mesa foi aberta ao debate.
Para Solange Gomes, produtora e jornalista, a importância de um espaço como este no III Festival Sergipano de Teatro está relacionada ao intercâmbio de conhecimentos. “O debate Vivo EnCena permitiu uma troca de informações com as visões dos que produzem teatro e de quem o consome”, destaca.
A programação acadêmica do III Festival Sergipano de Teatro segue até terça-feira, 09 de abril, das 15h às 18h. O próximo tema abordado será ‘Cultura, Digital e Mercado: Novas Práticas’ com participação de Priscilla D' Agostini, Gestora Cultural, Pesquisadora em Interações Midiáticas e Atriz do Grupo O Coletivo– MG, e Rubens Velloso, Diretor da Phila 7 e Produtor Cultural.
Sobre o Vivo EnCena
O Programa Cultural Vivo EnCena é uma iniciativa da Vivo que estimula o intercâmbio de projetos com o objetivo de contribuir para o desenvolvimento do país e da sociedade como um todo. Neste âmbito, o teatro é pensado além do espetáculo, sendo estabelecida uma rede de ações com diversidade, empreendedorismo e criatividade, compartilhando histórias inspiradoras, conceitos inovadores e ideias transformadoras no âmbito da cultura.
O Vivo EnCena é realizado há três anos e está presente em 19 Estados, além de realizar ações próprias e a curadoria do Teatro Vivo, situado na capital paulista.
Sobre o III FEST
O III Festival Sergipano de Teatro é uma realização do Governo de Sergipe, através da Secretaria de Estado da Cultura, e Instituto Banese. Apóiam o evento o Banese, Sated/SE, Fundação Aperipê e Shopping Riomar. A Vivo é a operadora oficial do evento.